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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Capítulo 01

Luan Rafael

  Havia acabado o show e estava indo para o camarim depois de dar um toque pro Testa, peguei uma garrafa de água e uma toalha para secar o rosto enquanto atravessava a porta. 

— E aí cara, beleza? –cumprimentei um dos seguranças e logo bati a porta, abri o roupão e me livrei dele junto com a camisa que estava toda suada.–
— Luan? –Arleyde entrou e veio até mim se sentando ao meu lado.– Estamos só te esperando para ir pro hotel. –assenti.–
— Ê boi, deu tudo certo. –arregalei os olhos e tentei fazer sinal pra ele ficar quieto. Lelê franziu a testa e se virou pra ele.– Já coloquei ela num táxi.
— Ela quem? E o que foi que deu certo? –perguntou e eu fiquei quieto, aí o testudo descobriu que falou demais e tentou desconversar, mas não teve jeito.– Não vou te dar esporro, você já é bem grandinho e sabe o que faz. Mas vou falar viu, não tá bonito não. 
— Lelê eu sou homem. –falei brincando pra ela desfazer a carranca, mas ela não levou na esportiva. Levantou e foi mexer na bolsa dela, pegou o celular e saiu fechando a porta.- Puta que pariu, cê tamém hein.
— Não tenho culpa não boi, eu ia adivinhar que ela ia estar aqui.
— Ela sempre vem pra cá quando termina um show seu jumentinho. –arremessei minha toalha nele que desviou e acertou minha assessora que ficou muito puta, mas nós rimos e ela também.–
— Chega né?! Vamos pro hotel?
— Bora, que hoje é dia. –ri vestindo a camisa, coloquei minha touca e saímos.

  O estacionamento em si estava vazio, só com o nosso caminhão e as vans que nos levaria de volta pro hotel. Do lado de fora uma gritaria daquelas, meus fãs esperando que eu saísse. Chamei o Well e fomos até a cansela.

— (gritaria).
— Pessoal, pessoal. Sem gritaria senão ele vai embora hein. –dizia Well todo sério, colocando-se a minha frente.–
— Aí lá vem esse chato, sai fora Well... deixa nós abraçarmos o nego. –ri e me aproximei mais. Não dava pra falar com todo mundo, sempre rolava empurra-empurra, com essa de tentar me pegar eu saia com um arranhão no pescoço, apertos na bunda e por aí vai. Dei tchau e entramos na van para voltarmos pro hotel.–
— Ê boi, chega aqui. –o chamei.– Olha quem me mandou mensagem, haha. –mostrei o whats e estava aberto na conversa de uma modelo que disse que estaria na cidade do próximo show e queria muito me ver.–
— Aí caramba, vai responder?
— Depois, depois... agora a Rebeca tá me esperando. –ri bloqueando a tela do celular.–
— Rebeca? Que Rebeca o que, é Renata Luan.
— Isso não vai dar certo, Luan manda essa mulher embora.
— Lelê relaxa, dorme bastante que amanhã viajamos de novo.
— É bom ela ficar de boquinha fechada, não quero ter que ficar desmentindo nada pra site nenhum.
— E nem vai. –beijei o rosto dela e voltei a mexer no celular até chegar no hotel, desci rapidamente para falar com o pessoal que ficou esperando ali o dia todo e subi para o quarto que o Rober tinha reservado em outro andar diferente do meu.– Oi linda, tudo bem? –perguntei assim que abri a porta e encontrei ela deitada na cama mexendo no celular, sorrindo.–
— Tudo bem bonitão? Nem acreditei quando seu amigo baixinho foi me chamar.
— Por que não princesa? –me aproximei tirando a camisa e jogando no canto ao lado da cama.– Você é linda. –lhe puxei pela mão, quando ficou em pé ajudei ela dar uma voltinha para dar aquela olhada. E papai do céu, linda. Ôh Minas Gerais!– Toda mineira é linda assim, é?
— Não sei as outras, mas eu me garanto. –falou me puxando pelo pescoço e mordendo meu lábio.–
— Assim que eu gosto. –dei aquela juntada e levantei sua saia, pegando de jeito naquela bunda durinha e boa pra dar uns tapas, joguei ela na cama e fiz o mesmo com o seu celular que estava em cima do travesseiro.– 
— Nossa, você é bem rápido... –riu.–
— Não gosto de brincar em serviço, princesa. –falei beijando o seu pescoço e passando as mãos naquele corpo por cima do tecido fino da roupa. Sem pressa, uma peça de cada vez e estávamos ali fodendo, ela gemendo alto pra cacete e pedindo mais.– Isso, geme vai. –puxei seu cabelo e dei um tapinha em seu rosto.–
— De romântico só as suas músicas, não é?
— Ahaam... –coloquei ela de quatro e comia ainda mais forte, dando repetidos tapas em sua bunda, uma e outra vez não parando de entocar.–
— Eu tô quase gozando, vai Luan Santana... fala meu nome. 


— Puta que pariu, continua delicinha. –ri daquele apelido ridículo, mas serviu pra ela calar a boca e continuar o que fazia. Sentei e ela veio por cima, quicando e fazendo loucuras e pedindo pra eu falar a porra do nome que eu nem lembrava mais qual era. Foi assim até eu gozar e falar que estava cansadão, dei uma mordida em seu pescoço e esperei ela dormir para jogar a camisinha no lixo do banheiro, pegar as minhas coisas e sair do quarto sem ser visto. Subi pela escada de emergência, entrei no quarto e depois de um banho deitei só de cueca, respondi a modelo dizendo que a esperaria no camarim e dormi sem esperar por uma resposta.

[...]
  Acordei cheio de sono no dia seguinte, levantei e depois de vestir uma roupa pra ir pra academia desci pra almoçar com a galera no restaurante do hotel.


— Cara, que sono da porra! –falei passando a mão pelos cabelos, bocejando.–
— Se usasse a noite pra dormir e não pra ficar de safadeza não teria esse problema. –Lelê retrucou antes de colocar mais comida em sua boca, fazendo os meninos darem risada.–
— Tá braba demais muié. TPM, é?
— Não. Cansaço. Pelo jeito você não entrou no twitter hoje, muito menos instagram... não foi? –voltou a falar, revirei os olhos sabendo que dali viria o primeiro sermão do dia.– Três sites entraram em contato querendo saber quem era o novo affair de Luan Santana. Tá ficando chato, mas você simplesmente não me escuta.
— Não é a primeira vez e nem a última. Só não dar confiança. Tô solteiro, saio mesmo com as muié tudo. –falei em tom de brincadeira, mas foi o suficiente pra ela me fuzilar com os olhos e voltar a comer em silêncio.–
— Tem jeito mais não, Lê. Eu desisti.
— Cala a boca, vai. Cê que me ajuda, testudo. –ri.–
— Tenho amor ao meu emprego, quero ficar desempregado não.
— Bom garoto, continua assim que te dou um aumento. –brinquei e voltei a comer.
  
  Almoçamos em paz, conversando sobre a próxima cidade que receberia meu show, iríamos para Uberlândia. Hotel com sauna, videogame na suíte, piscina aquecida na madrugada e camareiras jovens e devidamente uniformizadas. Do jeito que o Luanzinho aqui gosta, ri dos meus pensamentos e acabei me desligando da conversa quando apitou meu celular.

"Oii. (=" –era ela.

"Oi minha linda, boa tarde."

"Tudo bem? Tudo certo pra hoje? Vai ter um tempinho pra mim?" –ri de sua mensagem apressada, respondi de imediato que sim, que mesmo se não tivesse um tempo eu arrumaria.- "Hm... vamos matar a saudade então?"

"Só se você for pro hotel cmg. Bora?"

"Não sei."
"Te falo no camarim. (;" –sua resposta me fez rir. Sempre se fazendo de difícil e terminava no mesmo jeito, cavalgando gostoso. Mandei um emoji e coloquei o celular de volta no bolso.

— Terminou aí? –fiz que sim com a cabeça.– Então deixa de assunto e vamos pra academia que você tá só enrolando. –disse He-man levantando da cadeira e esperando por mim.–
— Espera nem a comida descer, tá difícil assim viu.
— Deixa de arrumar desculpa e vamos logo. –continuei com as caras e bocas, mas levantei e o negão fez o mesmo. Dei aquela ajeitada no cabelo e quando virei pra sair do restaurante um casal se aproximou pedindo foto. Os atendi assim como fiz com mais três pessoas antes de sair dali e ir para a academia.– Viemos na hora certa hein. –falei ao ver a academia cheia de mulheres, nem todas bonitas, mas algumas de top, shorts de malha fazendo agachamentos.–
— Não sossega esse pinto, não cara?
— Não dá tempo. –risos.

 Fomos para o espaço mais tranquilo onde comecei com os alongamentos antes de ir para os aparelhos. Duas alunas se aproximaram cheias de sorrisos, subiram na esteira e depois se programarem, começaram a correr. Bumbum durinho, coxas grossas e não de um jeito exagerado, e as costas suadas.

— Ê laia. Tô amando esse lugar, só muié bonita rapaz. –dei aquela paquerada e a morena olhou sorrindo.–
— Depois que a Arleyde fica puta você quer ficar nervosinho. Vamo treinar vai. –deu um soco leve no meu ombro e por fim começamos, fiz meus exercícios, puxei uns ferros, dei uma paquerada e terminei minha uma hora e meia ali.– Por hoje tá ótimo. Bora?
— Mas já? –apontei com a cabeça pra uma mulher que fazia treino de pernas e glúteos.– Queria ir embora não. –brinquei enquanto secava o rosto.–
— Luan Santana?
— Prazer, eu. –risos.–
— Podemos tirar uma foto com você?
— Só se me disser seu nome antes linda. –ela de branca ficou vermelha, toda sem graça. Mas a amiga faltou dar o número do RG, tirou a foto, deu abraço e queria dar o telefone também. Saí fora, não é bagunçado assim não. Sou um homem de família, ri.– Obrigado pelo carinho, espero ver vocês mais tarde no show. –pisquei e ainda recebi um "quem sabe" como resposta.– Bora cambada, ainda quero dormir. –falei tomando minha água andando até o hall em frente aos elevadores, esperamos e descemos no andar dos nossos quartos. Entrei, tomei um banho rápido e deitei na cama, até peguei o celular para dar uma olhada no twitter e meus fãs realmente queriam saber quem era a menina. Como quem não quer nada dei RT num meme e fui dormir para descansar pro show da noite.


  Pouco mais de oito da noite eu acordei, troquei de roupa colocando a que eu iria fazer o atendimento no camarim, calcei o tênis, ajeitei meus cabelos, coloquei o relógio e minhas pulseiras e estava quase pronto. Passei perfume e pus o celular no bolso.


— Não cansa de atrasar, não? –Rober perguntou assim que me viu sair do quarto.–
— Atraso? Tá doido? Estou exatamente... –olhei no relógio de pulso, depois no visor do celular.– 6 minutos adiantado. Arleyde nem ligou.
— Ela já está lá e está me ligando. Bora que a van já tá aí.
— Elevador ainda está subindo boi, relaxa. –peguei o celular e liguei pra casa, tava cheio de saudades da Xumba e queria fazer pelo menos um "boa noite".–
— Vamos sair pela entrada mesmo, deve ter umas trinta, quarenta fãs. Não vai dar tempo de parar muito tempo. Rapidinho hein. –concordei me concentrando na ligação, falamos rapidamente e tive que desligar. Peguei um chiclete, e desci os degraus me preparando para receber amor. Foi tudo bem rápido, me dividi em: tocar em mãos, receber alguns presentes, mandar beijos e cumprimentar com um "tudo bom?" "boa noite minha linda". Entrei na van e seguimos caminho.


   Chegamos na casa entramos pelos fundos, não desci pra atender pelo horário e o atendimento por sorteio da central seria pra depois do show, agora seriam os sorteados de uma rádio e minha convidada mais que especial.

— Viu quem chegou aí boi?
— Cadê, ela vem vindo? –foi o tempo de ele fechar a porta que escutamos batidas e logo aquela voz toda meiga e ao mesmo tempo sensual.–
— E não é que ela veio mesmo rapaz.
— Oi, oi. Boa noite. -os cumprimentou simpática e veio até mim eufórica, enlaçando meu pescoço com os braços e colando seu corpo no meu. Coloquei a cabeça em seu pescoço dando aquele cheiro gostoso, deixando-a arrepiada.– Tudo bem, lindo? –beijou meu rosto.–
— Ficou melhor agora. –pisquei voltando a lhe apertar em um abraço com as mãos chegando na sua bunda.– E você?
— Ótima. –sorriu e que sorriso lindo que essa mulher tinha.– Ainda cheguei em cima da hora, nem sabia se conseguiria te ver antes do show.
— Eu faria questão. Aliás, você está linda.
— Gostou? Especialmente pra você. –sussurrou no meu ouvido.–
— Então me dá aquela famosa voltinha, vai. –segurei sua mão e ela entrou na brincadeira. Estava linda, vestia um vestido longo com um decote generoso, um pouco mais justo em sua cintura e mais solto na saia que tinha uma fenda que começava na coxa direita. Em não entendia muito dessas coisas de look, mas digo que com aquele salto ficou extremamente sexy.– Mulher, você é um perigo. –ri.– E está um espetáculo como sempre dona Sheron Menezes.
— A altura de Luan Santana, o melhor. –piscou pra mim.–
— Um pecado eu não poder beijar sua boca agora. –falei baixo sem a necessidade de que quem estivesse no camarim escutasse.–
— Teremos a noite inteira pra isso.
— Isso foi um sim.
— Pra você? Sim, sempre. –riu.– Bom show. –beijou meu rosto e saiu.–
— Linda. –He-man falou.–
— Mas está comigo. –ri dando as costas e entrando no banheiro, precisava dar uma aliviada antes de subir no palco. Tirar a água do joelho.


Eloá Andrade 


  O meu dia já havia começado agitado, tive de arrumar tudo em casa, fazer almoço e ainda colocar as roupas para lavar. Tomei um banho rápido e saí de casa em cima da hora, tinha exatos quarenta minutos para chegar na faculdade e de lá iria direto para o trabalho.

Bufei frustrada quando o ônibus parou no ponto e vi que mais uma vez, iria em pé por estar lotado e não ter mais lugar para sentar. Acho que da próxima vez vou descer e pegar o ônibus no ponto antes desse, porque pelo menos vou poder ir sentada.

  Quando finalmente cheguei na faculdade, a primeira aula do dia já estava para começar: Física acústica! Ah, definitivamente, eu amo o meu curso.


  Quando saí da faculdade já estava escuro, peguei um ônibus direto para o meu trabalho e assim que cheguei lá, já fui logo começando a fazer o que era necessário. Bom, eu trabalho para uma produtora de eventos super falada e conhecida em São Paulo, organizo camarins, listas vips, sorteios e outras coisinhas. Aprendi a gostar do que faço, mas nem sempre foi assim, no início era apenas um emprego que pagava bem e me ajudaria em casa e com as coisas da faculdade.


— Tudo certo por aqui, Eloá? — Felipe Herman, meu chefe adentrou a pequena saleta, perguntando.
— Sim, senhor. Tudo no lugar, organizei de acordo com o que tinha na lista. — avisei, entregando-lhe o papel com as exigências.
— Perfeito, garota! Isso aqui vai bombar hoje, literalmente falando. — ele riu do trocadilho sem graça, que apenas ele mesmo entendeu.
— Quando acabar aí, ajuda a Jaque no outro camarim? — ele pediu, sorrindo de canto.
Assenti, em concordância.
— É por esse e outros motivos que te amo, Eloá! — ele piscou, saindo da sala.

  Terminei de organizar o camarim principal e fui para o camarim destinado a banda, que era maior, porém sem tantas regalias.

— Precisa de ajuda? — perguntei para a Jaque, adentrando a sala.
— Por favor! — ela suspirou. — Não consigo me virar sozinha nunca, e olha que já faz um mês que tô trabalhando aqui. — ela resmungou, inconformada.
— Relaxa, você já aprendeu muita coisa. Logo vai estar craque e tirando tudo de letra! — garanti, tranquilizando-a.
— Deus te ouça, porque não tá fácil.  — disse e nós acabamos rindo.

  Ajudei a Jaqueline a ajeitar tudo e quando acabamos, eu fui terminar minhas outras tarefas, peguei as pulseiras no escritório do Felipe e depois fui conferir a lista vip, tirei algumas pessoas e acrescentei outras, entre elas, familiares e amigos dos artistas e também do Felipe.

  Tomei um banho no banheiro da sala dos funcionários e vesti uma calça preta cintura alta, coloquei a blusa com a logomarca da produtora e dei um jeito nos meus cabelos, deixando-os soltos mesmo. Calcei um scarpin preto e fiz uma maquiagem que combinasse com a minha roupa, quando acabei de me ajeitar, saí rápido dali. Conferi tudo outra vez e estava tudo ok. O show foi bem animado e aquele lugar realmente “bombou”, não tinha lugar para mais ninguém ali, quando a banda finalmente desce do palco e se passou mais meia hora, bati meu ponto e saí apressada dali, tinha que pegar o último ônibus para ir para casa, acabei cochilando no meio do caminho, acordei faltando duas paradas para a esquina da minha casa, quando saltei do ônibus, desci a rua tão rápido que nem bala pegava. Estava tudo esquisito e por isso já fui procurando a chave enquanto caminhava até em casa.

  Quando entrei, fechei tudo e fui direto para o meu quarto, tirei o saltos, calcei meus chinelos e fui na cozinha comer alguma coisa. Fiz um lanche e depois de escovar os dentes e trocar de roupa, caí na cama. Estava realmente cansada e agradeci aos céus por amanhã/hoje ser sábado.

[...]

— Tô indo trabalhar, o almoço tá pronto e a casa limpa, só precisa lavar a louça que tá na pia. — minha mãe avisou, enquanto pegava sua bolsa.
— Certo. É de uma às oito hoje? — perguntei, verificando as horas no relógio da cozinha.
— Aham, nove horas tô em casa e o Antônio deve chegar antes disso.
— Ok, bom trabalho e vai com Deus, minha véia. — brinquei, fazendo-a revirar os olhos.

  Me joguei no sofá e fiquei assistindo as bobagens que passava, até finalmente criar coragem e ir dar uma olhada no que eu tinha que fazer da faculdade, comecei um trabalho que era para entregar na semana que vem e depois fui almoçar, organizei minha bolsa do trabalho e voltei para lavar a louça suja.

  Tomei um banho relaxante e aproveitei para lavar o cabelo, sai enrolada na toalha e enxugando o cabelo com outra, vesti um conjuntinho roxo e fiquei assim mesmo, penteei meus cabelos e deixei que secasse ao natural mesmo. Já era quase seis da tarde quando comecei a me arrumar, coloquei um vestido preto com um decote quadrado, calcei uma sapatilha e fiz uma make legal, marcando bem meus olhos, coloquei alguns acessórios e me perfumei, juntando minhas coisas e saindo de casa às pressas. Como sempre, cheguei no trabalho quase em cima da hora, guardei minhas coisas e fui fazer meu serviço.

[...]

— Amanhã é domingo e como já é de costume, a melhor atração da semana, teremos um sertanejo exigente, então é bom que estejam preparadas porque ele é atirado e bem detalhista com as coisas que pede para o camarim.
— Sem problemas, estamos preparadas. — assegurei, piscando disfarçadamente para a Jaque.




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Primeiramente bem vindas! Estão vivas? Prontas para o próximo? Se ligaram nos pontos chaves do capítulo? Hein, hein? Esperamos vocês aqui na quarta viu, com muitos comentários, muitos surtos e LETRAS gritantes (#pqsim). Não tem muito o que dizer né? Mas se preparem que muito ainda está por vir. Beijos nossos e até o number 02!  ❤








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