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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Capítulo 05

— Luan Rafael


Naquela noite, ficamos jogando videogame até amanhecer o dia, a tarde eu já viajaria pra São Paulo para fazer um show e voltaria novamente pra minha casa, na sexta eu teria que estar ali novamente, mas queria ficar perto da minha família. Quando acordei, parecia que eu nem havia dormido, estava extremamente cansado. Me arrumei e a equipe chegou pra me buscar, fui o caminho até o aeroporto dormindo e do aeroporto até São Paulo dormindo também, precisava descansar, senão não aguentaria o pique daquela noite, já que eu tinha em mente, levar uma mulher pra minha cama. Cheguei em São Paulo, atendi as meninas que me esperavam por lá e fomos direto pro hotel, descansei por mais um tempo e me levantei pra me arrumar, quando estava tudo pronto, fomos para o local do show, chegamos lá e mais gritaria, elas são realmente incríveis, por ficar me esperando todo esse tempo e estarem dispostas quando eu chego, tirei foto com quem deu pelo espaço de tempo ser curto e fui pro camarim, minutos depois de eu ter entrado, entra uma moça linda, gostosa, realmente muito linda no camarim, que instantes depois fiquei sabendo que era funcionária da casa, dei uma cantada barata, mas pelo jeito a moça era dura na queda, queria ver se continuaria assim até eu a chamar para ir pro hotel comigo. Quando ela saiu, não pude deixar de comentar com o Rober.


— Cara, que mulher é essa? — falei pro meu amigo rindo.
— Você aquieta esse fogo, que ela é funcionária. — ele disse balançando a cabeça negativamente.
— Ta trabalhando até o show acabar apenas. — falei com terceiras intenções até.
— Vê se toma jeito Luan, você vai acabar ficando sozinho. — ele disse e eu fiz careta revirando os olhos. — e vai se arrumar, que daqui uns minutos tem fã pra atender e subir fazer o show. — ele disse me apressando e eu fui, mesmo bufando com aquele tom “mandão” dele.


Fiz todos os procedimentos, e fui fazer o show, no meio dele o ponto parou de funcionar, microfone pifou e eu comecei a me irritar, até tentei manter a calma, porém, na hora que entrei no camarim e fui comer, estava tudo errado, olhei minhas roupas espalhadas e elas ainda não haviam sido penduradas em seus lugares, fiquei possesso e mandei chamarem a moça, que era tão linda e tão incompetente. Falei tudo que eu queria e para a minha surpresa ela retrucou.


Fiquei desacreditado depois de escutar tudo o que aquela mulher tinha dito sobre mim e diretamente pra mim. E pior, meu secretário, segurança, assessora e personal trainner não abriram a boca. Deixaram aquela desaforada abrir a boca falar um monte de merdas e sair se achando na razão.


— Ah mas eu não acredito que ouvi tudo isso não, não pode ser minha nossa senhora. Não pode mesmo! — falei irritado passando a mão pelos cabelos. — Filha da puta. — xinguei em alto e bom tom, Arleyde me olhou repreendendo minha atitude.
— Se acalma aí cara, precisa de tudo isso não. — Rober chegou falando.
— Precisava de mais! Quem ela pensa que é pra sair falando assim comigo? Logo comigo! Ela não me conhece, não sabe quem eu sou e que uma palavra minha é capaz. — ri sarcástico.
— Luan quer parar de estresse? Quem saiu ofendendo a moça foi você, o que aconteceu é que você não esperava que ela revidasse e posso falar uma coisa? Eu teria feito o mesmo. — Lelê disse me fazendo revirar os olhos e gargalhar.
— Até você? Essa funcionáriazinha tem que saber bem onde é o lugar dela! Ela estava errada, é incompetente, não serve pra nada, nem pra arrumar a porra de um camarim. Ela tinha só que seguir a lista! Mais nada. — falei irritado.
— Erros acontecem e você melhor que ninguém sabe disso. Não estou entendendo o stress. — Arleyde me disse séria.
— Você não tem que entender nada Arleyde, que mania de contrariar tudo o que eu falo, ficar me repreendendo como se eu tivesse cinco anos de idade. — respondi irritado e ela se calou, voltou a se sentar e não disse mais nada. — Mais alguém quer falar alguma coisa? — perguntei.
— Cara, para com isso. Não vale a pena se estresse. — Rober disse.
— Até você Roberval? Você viu cara, ela veio discutir comigo! Porra! — escutamos por batidas na porta e logo o tal do Herman entrou, o olhei e sorri com ironia. — Ótimo. Que bom que está aqui. — falei, agora aquela menina ia ter o dela.
— Vim para parabenizar pelo show, mas não sei se cheguei em boa hora. — falou ao perceber o clima péssimo que estava no cômodo, ninguém falou nada, olharam para mim.
— Sabe o que é cara... sua equipe tem deixado a desejar, viu. — cruzei os braços. — Foi mandada uma lista de exigências e gostos, coisas simples e que não foram feitas. Tudo bem, o erro não foi seu, mas de quem você colocou pra organizar isso aqui. — disse.
— Algo está errado, coloquei para estar a frente dessa organização duas pessoas de minha confiança e que são as mulheres da casa. — me explicou com o olhar confuso.
— As melhores? Então meu amigo, seu quadro de funcionários está péssimo, precisando de uma organizada urgente. — disse.
— Luan... olha Herman nós gostaríamos de pontuar algumas incidentes chatos como a desorganização com as roupas, por exemplo. — Arleyde disse.
— E a comida, bebidas faltando... aqui está quente cara, eu tô suando. — passei a mão na testa. — Sem contar que sua funcionária além de ser imprestável, é mal educada. — falei voltando me irritar.
— A Eloá? — perguntou incrédulo.
— E você acha que eu sei o nome dela? É uma morena do cabelo na bunda. — mordi os lábios ao lembrar de como ela era gata. — Só sei que não gostei do comportamento, é inadmissível uma atitude como aquela. Me ofender daquela forma, questionando o meu caráter e profissionalismo. Ela não presta pra trabalhar nesse ramo! — falei, negando com a cabeça.
— Peço desculpas pelo equívoco, isto não é comum de acontecer. Não mesmo. Nunca tive problemas com nenhuma das meninas, principalmente com a Eloá que é minha melhor funcionária. — respondeu.
— Melhor? — ri. — Não sei como não teve reclamações antes, ela é bem esquentadinha, desbocada, irônica... quer uma lista? — ele estava surpreso com as minhas queixas e afirmações, percebi isso quando ele recompôs sua postura, se desculpando outra vez e dizendo que tomaria as providências que ela seria advertida pela má postura e conduta diferente do que eles seguiam, mas o interrompi. — Ela merece ser demitida! — Arleyde se mordia de raiva, mas não abriu a boca. — Assim você evitaria problemas futuros, tendo um prejuízo ainda maior. — disse cínico.
— Entendo, mas é algo que não depende só de mim... mesmo assim, ela não ficará impune. Teremos uma conversa com ela e as providências serão tomadas. — ele me disse.
— Ótimo. — respirei aliviado.
— Bom, mesmo com os acontecimentos. Eu gostaria de agradecer sua presença, o show que foi recorde de público da casa e dizer que as portas estão abertas para um retorno. — estendeu a mão, repeti seu gesto e apertamos as mãos.
— De boa cara, foi um prazer estar aqui mesmo me deparando com esses incidentes desagradáveis. No mais, muito obrigado aí cara. — dei um tapa em seu ombro, ele se despediu dos outros e saiu. He-man entrou no banheiro e Arleyde saiu com o Well. — Puta que pariu, tô até tenso. — balancei os ombros e minha cabeça.
— Você é foda, Luan. Falar pra mandarem a menina embora? Caralho meu… — Rober disse indignado.
— Ela poderia ter tido a decência de pedir desculpas, mas nem pra isso serviu. — neguei com a cabeça. — Se bem que ela poderia se desculpar de uma outra forma. — falei com ar de safado.
— Cala boca cara, olha as merdas que você tá falando Luan. — Rober disse ignorando minha cara. — Ela nem te deu bola, quem dirá ir pra cama. — falou ironico.
— Quem falou em ir pra cama. Eu não me daria esse trabalho com uma vagabunda daquelas, ia pegar ela aqui mesmo, com aquela cara de safada... ajoelhada aqui oh, me olhando nos olhos e me chupando gostoso. Ah sim, esse seria um belo pedido de desculpas. — revirei os olhos ao imaginar a cena daquela boca carnuda no meu pau e os olhinhos pedindo por mais, levando na cara. Ri. — Cê não acha não? — perguntei com um sorriso de lado.
— Vamo embora vai, demoramos demais... e a garota que está na van deve estar pensando que você desistiu. — falou, me apressando.
— Desisti nada, tô precisando aliviar a tensão e vai ser com ela mesmo. — esfreguei uma mão na outra rindo. He-man saiu do banheiro e eu entrei, fiz o que tinha que fazer, sai pegando uma garrafinha de água e meu celular. — Vamo aí? — chamei.
— Bora boi, bora. — disseram juntos.


Assim que adentramos a vam, eu já fui logo lá para trás, onde uma loira linda me esperava.


Sentei ao seu lado e como quem não queria nada, que não era o meu caso no momento, coloquei a mão em sua coxa, atraindo por completo a sua atenção.


— Oi. — sorri.


— Pensei que tinha desistido e me esquecido aqui! — ela fez um biquinho.


— Jamais, minha linda! — sorri, apertando de leve sua coxa.


Eu já tinha me esquecido o nome dela, na verdade, não me lembro se o Rober sequer chegou a me dizer qual era.


— Qual o seu nome, gata? — perguntei.


— Stefany! — ela respondeu, sorrindo.


Assenti, revirando os olhos mentalmente.


Esse é o mesmo nome da namorada do meu tio Max e que isso não chegue até ele, mas...Não a suporto.


Sem querer perder mais tempo, segurei em sua nuca sem ser bruto e ela sorriu quando virei seu rosto de encontro ao meu. Juntei nossas bocas em um beijo calmo e quando pedi passagem com a língua, ela rapidamente cedeu.


Segurei mais firme em seus cabelos, puxando-os com demasiada força. Ela gemeu baixinho contra a minha boca, apertei sua coxa com força em meio ao beijo.


Senti meu celular vibrar no bolso e finalizei o beijo, puxando o aparelho.


“Será que dá para esperar chegar no hotel?! Não somos obrigados a isso!!!” — era a Lelê.


Ri da situação, mas me controlei, apenas trocando alguns beijos safados com a loira vez ou outra durante o trajeto até o hotel.


Quando chegamos lá, por incrível que pareça, não havia fãs na porta, seguimos direto para a garagem do hotel e quando a porta foi aberta, a galera começou a sair, restando apenas eu e a loira.


Me levantei e ajeitei minha camisa, que estava um pouco amarrotada. Estendi a mão para ela, que prontamente pegou e descemos juntos. Soltei um beijo para a Lelê que estava de cara feia, mas isso só serviu para aumentar a sua carranca. Seguimos para o elevador, com exceção da galera da banda, que dali mesmo seguiram para o restaurante do hotel.


— As vezes você parece a minha mãe! — resmunguei para a Arleyde, que continuava de cara fechada.


— Nessas horas eu queria ser mesmo, para te dar as palmadas que faltaram quando você era criança! — ela bufou, me fazendo rir baixinho.


— Quem é? — a loira perguntou.


— A mulher que põe ordem na minha vida, Estela.


— É Stefany! — ela me corrigiu.


Dei de ombros, sorrindo de lado e ela sorriu também.


Parei num andar antes do meu e puxei Estela junto comigo para fora do elevador, Arleyde e Rober continuaram no mesmo. Parei de frente ao quarto que o Rober tinha me entregado o cartão e abri a porta usando o mesmo, dei espaço para a loira passar e em seguida fiz o mesmo, trancando a porta atrás de mim. Joguei o cartão sobre uma mesinha que tinha bem ao lado da porta e me virei de lado.


Antes que eu pudesse processar, senti um corpo se chocar contra o meu, fazendo minhas costas baterem contra a parede. Circulei sua cintura com meus braços e em um impulso ela enlaçou suas pernas em volta do meu quadril. Sua boca veio de encontro a minha num beijo urgente, completamente erótico. Suas unhas arranharam de leve a minha nuca, me fazendo gemer entre o beijo. Sem mais delongas e me faltando paciência para preliminares, caminhei com ela até a cama, jogando-a com brutalidade sobre a mesma.


— Uau, que pegada em?! — ela sorriu devassa, me olhando com desejo.


Sorri, apertando meu pau por cima da calça.


Desabotoei o cinto e a calça, descendo o zíper em seguida, tirei a camisa e soltei no chão, voltando minha atenção para a calça, descendo-a pelo meu corpo, tirei os saltos e as meias e me livrei por completo da peça, ficando apenas de cueca.


— Acho que estou em desvantagem! — falei, piscando para ela, que levou as mãos até a lateral esquerda de seu vestido, descendo um zíper pequenininho que mal aparecia. Quando ela ficou de pé na cama e o vestido escorregou por seu corpo, mordi o lábio inferior, vendo suas curvas deliciosas. Por um segundo imaginei a incompetente gostosa de hoje mais cedo. Apesar de ter sido uma completa imbecil comigo, tinha curvas extraordinárias e que eu adoraria me perder se ela tivesse cedido.


A loira chutou a peça de roupa para o chão e meu olhar se fixou em seus seios desnudos, já que ela não usava sutiã por baixo do vestido.


Sem querer mais perder tempo, voltei para a câmara engatinha por cima de seu corpo, sentei em suas pernas, mantendo meu peso apoiado em meus joelhos. Abaixei minha cabeça, passando a língua pelo seu mamilo e em resposta ela arqueou suas costas.


Não demorou para que estivéssemos ali transando, meus movimentos eram rápidos, precisos, nossos gemidos se misturavam pelo quarto.


— Isso, cavalga assim, Estela! — falei de olhos fechados, enquanto ela subia e descia no meu pau.
— É Stefany! — ela resmungou em meio a um gemido.
— Foi o que eu disse, Estela! — Gemi.


O que a loira tinha de bonita, tinha de devassa, porque tudo que eu propunha ela aceitava e ainda fazia melhor do que eu tinha imaginado. Quando gozei pela segunda vez na noite, deixei meu corpo cair exausto ao lado dela, que se aconchegou em meu peito. Quando Estela dormiu, alguns minutos depois, me levantei com cuidado, joguei a camisinha no lixo após dar um nó, juntei minhas roupas e me vesti rapidamente, saindo dali feito um tiro e indo para o meu quarto.

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Capítulo 05 postado! Hahaha
Meninas, não postamos na quarta-feira por motivos de força maior, por isso hoje vamos postar dois capítulos para compensar e ficar tudo certo. Além desse capítulo, mais tarde teremos o seis e... Preparem-se! 😏
Queremos agradecer pelos comentários, vocês são maravilhosas! Continuem assim, que nós estamos super animadas com tudo isso! 

Comentem bastante e um beijo do trio aqui! ❤

4 comentários:

  1. Mas o Luan é burro, vive trocando o nome das muié. Doido pra levar uma tapa na cara. E ele é muito vagabundo, quem ele pensa que é pra ofender a Eloá 😤

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  2. O Luan não presta mesmo. Já quero ele sofrendo por causa de mulher

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  3. Luan vale nada. Vai sofrer muito viu?! E eu acho é pouco. Babaca demais, pelo amor de Deus!

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  4. Faz o Luan sofrer bastante, amo sofrimentos em fanfic

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