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sábado, 4 de março de 2017

Capítulo 11

— Eloá Andrade

Depois de ter encontrado o cantor no restaurante e ainda ter trocado algumas palavras com ele, depois de uma encoxada que deu pra sentir até o que eu não queria, fomos dar algumas voltas e quando estávamos indo pra casa pedi pro Rodrigo parar num buffet de sorvetes, já que estava morrendo de vontade, descemos, colocamos o que a gente queria e voltamos pro carro indo para o ap dele, chegamos lá e fomos pro quarto, terminei meu sorvete e fui mexer no meu celular, enquanto ele fazia o mesmo.

— Elo. — ele me chamou depois de um tempo.
— Diga. — falei, olhando pra ele.
— Meus amigos chamaram pra uma baladinha hoje. Vamos? — me perguntou. Não queria ir, mas jamais iria negar isso pra ele, já que estava fazendo de tudo pra me agradar.
— Vamos sim. — eu disse, sorrindo pra ele, fazendo o mesmo alargar o sorriso.
— Beleza, vamos sair daqui lá pelas dez e meia, vamos fazer um esquenta na casa de um amigo e de lá partimos pra baladinha. — disse animado.
— Vai alguma menina? — perguntei.
— Acho que vai a irmã de um dos caras e a namorada de um deles também. — ele me disse, não queria ficar sozinha, ainda bem que as meninas estariam ali.
— Tudo bem então, vou começar me arrumar, que já é 20:00 e eu quero comer ainda antes de ir, porque senão vou ficar louca. — falei e rimos.
— Se você ficar louca eu te cuido. — ele disse.
— Ah cuida, aham. — disse, semicerrando os olhos. — é mais fácil você nem me ver lá menino. — disse, já conhecendo o amigo que eu tenho.
— É diferente, eu te trouxe pra cá, sou responsável por você. — falou sério.
— Tudo bem bonitão, mas mesmo assim, não quero ficar bêbada.
— Tudo bem chata, vai se arrumar então, que demora mais que uma nação toda junta. — disse me provocando.
— Bem eu né princesinha, que demoro 1 hora pra arrumar só o cabelo. — disse dando um sorrisinho irônico.  
— Vai se foder Eloá. — disse me atirando o travesseiro que estava na cama, já que eu estava em pé na frente da mesma. — vai lá tomar banho logo, vai! — ele disse e eu comecei a rir da cara dele, joguei o travesseiro pra ele novamente, juntei minhas coisas e entrei no banheiro. Tomei um banho demorado, lavei o cabelo, sai do banho, me sequei, prendi o cabelo, passei creme no meu corpo, vesti minha lingerie e coloquei um pijaminha, para eu terminar de me arrumar. Sai do banheiro e o Rodrigo permanecia na mesma posição.
— Vai princesa, vai tomar um banho, ta fedendo já. — disse virando de costas e segurando a risada.
— Na hora de abraçar vem abraçar o fedido né, desaforada. — ele disse me fazendo rir, passou por mim, deu um tapa na minha bunda e entrou no banheiro.
— Vai se foder viado. — gritei pra ele que riu alto.

Fui até minha mala, encontrei uma roupa, optei por um kimono, um top, uma saia e um salto, soltei em cima da cama, liguei meu secador e sentei em frente ao espelho, tirei mais um pouco do excesso de água com a toalha, penteei meus cabelos e comecei a secar, quando estava terminando de secar o cabelo, Rodrigo saiu do banheiro com uma toalha amarrada na cintura, olhei pra cima e ele deu um sorrisinho e eu ri negando com a cabeça, ele foi pro closet e voltou de calção quando eu já estava colocando o babyliss pra esquentar, ele olhou a roupa em cima da cama, olhou pra mim, pegou a roupa, deu mais uma olhada, até que ele resolveu falar.

— Você vai com esse pedaço de pano? — perguntou incomodado.
— Vou. Qual o problema? — perguntei, tirando das mãos dele.
— Que meus amigos vão querer te comer e eles não são decentes pra você. — falou emburrado.
— Eu sou maior de idade lembra? Não adianta ter ciúme irmãozinho. — falei rindo.
— Eloá. — ele disse suspirando.
— Vai se arrumar meu amor que eu vou terminar aqui. — falei e sentei na frente do espelho novamente e vi pelo canto do olho que ele foi pro closet se vestir. Ondulei meu cabelo e deixei solto, fiz uma make e fui preparar algo pra comer. Preparei sanduíches com suco para nós dois e chamei ele pra comer.
— Elozinha. — ele disse, enquanto a gente comia.
— Diga meu amor. — falei toda fofa, dando total atenção pra ele.
— Eles não são homens pra você, por favor! — ele disse todo preocupado.
— Tudo bem bobo, eu to indo pra curtir, dançar e não beijar. — falei séria.
— Acho bom mesmo. — ele disse me fazendo rir. Terminamos de comer, escovei meus dentes, retoquei o batom e coloquei meu salto, descemos até o estacionamento e antes de sair pedi pra rodrigo tirar uma foto minha, depois dele reclamar um pouco, entramos no carro e fomos rumo a casa do amigo do Rodrigo que teria o esquenta. Fomos o caminho todo conversando bobeiras e rindo sem parar, aproveitei pra postar minha foto.



Curtir uma noite carioca #RJ #ComOMigo


Quando chegamos lá, Rodrigo me apresentou a quem eu ainda não conhecia e logo foi pegar um copo de bebida pra mim e pra ele, aproveitei para interagir com os meninos que eu conhecia e a noite até irmos pra balada foi entre risadas, brincadeiras e muita, mas muita animação. Já era perto da meia noite quando decidimos ir, nos dividimos nos carros e fomos. Entramos na balada e já pegamos a pulseira pra subir pro camarote que eles tinham reservado para gente, entramos, os meninos já chamaram o garçom, pediram alguns combos, esses meninos não tem fim, eles não param de beber nunca. Estava dançando com uma das meninas, quando vi quem eu menos queria entrar no camarote, ele estava acompanhado do baixinho e de mais 3 meninas, uma delas estava pendurada nele.

— Meu Deus, quem é essa gostosa que ta agarrada no Luan? — meu amigo chegou me perguntando, ele ainda não tinha me visto, desviei meu olhar deles e olhei pro meu amigo.
— E eu vou saber? — respondi de má vontade.
— Ta com ciuminho linda? — ele perguntou.
— Que ciúme o que? Ta loco? — perguntei rindo, ele deu de ombros e voltou com seus amigos. Voltei dançar com as meninas, que agora tinham feito uma rodinha, quando fui pro meio da rodinha, olhei pra frente, pro local que até então eu estava de costas e vi ele encostado no bar me olhando, desviei meu olhar e virei novamente, continuando a dançar. Depois de mais uma hr dançando e bebendo com as meninas, senti vontade de ir ao banheiro, avisei as meninas e fui, fiz minhas necessidades, retoquei a maquiagem e sai, quando estava quase saindo da área dos banheiros, senti meu braço sendo puxado e eu sendo encostada na parede.

— Que é isso? Cê ta loco? — perguntei irritada, ainda não tinha visto quem era o abusado.
— To louco nessa sua boca morena. — ele respondeu com cheiro forte de bebida. — e nessa sua roupa, você ta deliciosa, mas se fosse minha namorada não sairia assim nunca. — falou olhando meu corpo.
— Você é um abusado mesmo né Luan Santana. — respondi irritada. — e ainda ta bêbado e eu ainda bem que não sou sua namorada e nem tem chance disso acontecer.— disse tentando empurrar ele, porém ele era mais forte.
— Não estou bêbado, sei muito bem o que eu to fazendo. — ele disse pressionando o corpo dele no meu e segurando meu rosto com uma mão.
— Me solta. — eu disse.
— Por quê? Quer voltar pro viadinho do seu namorado? — ele disse.
— Não é da sua conta. — respondi e ele em um ato rápido, segurou meus dois braços acima da cabeça, prendendo os dois com uma mão só e a outra descendo nos meus cabelos, segurando firme, mas sem machucar, confesso que senti um arrepio por todo o meu corpo.
— Você gosta que eu te segure assim né. — disse e deu uma segurada mais forte ainda, me fazendo soltar um gemido baixinho mordendo meus lábios. — O que o seu namoradinho vai achar se ver você aqui assim comigo? — ele perguntou, roçando os lábios em minha orelha, descendo para o pescoço.
— Eu não tenho namorado e para com isso. — eu pedi, tentando recuperar a minha sanidade.
— Como não, o Rober me contou e eu vi vocês dois hoje juntos. — ele disse, continuando roçar seus lábios em mim, me fazendo fechar os olhos e ofegar.
— Ele é só meu amigo seu idiota. — falei brava. — se fosse assim, aquela morena que tava pendurada em você na entrada também é sua namorada. — falei ironica.
— A Mary? — ele disse e riu. — ela é só minha amiga. — falou ainda rindo.
— Não me importa, só to dando o mesmo exemplo. — disse irritada já, por ele não me deixar sair.
— Chega de conversa né? A gente já falou muito, você já me provocou muito também. — falou, roçando os lábios nos meus. — ta na hora de provar bebê. — ele disse e me beijou, o beijo dele incendiou todo meu corpo, forcei minhas mãos, para que ele soltasse e assim que ele fez, as mão dele desceu pra minha bunda, apertando e minhas mãos foram para o seu cabelo, puxando na medida certa, fazendo que ele gemesse em minha boca. Quando o ar acabou, separamos os nossos lábios e quando ele veio pra me beijar novamente, me aproximei e deixei ele ouvir.
— Babaca. — disse e empurrei ele, saindo de perto, tendo certeza que minha boca estava borrada. Voltei para perto dos meus amigos e continuei curtindo a noite, ninguém percebeu nada e se percebeu ninguém perguntou.

— Luan Rafael

Assim que ela me chamou de babaca, neguei com a cabeça e passei a  mão pelos lábios sorrindo sacana, eu ainda a teria em minha cama. Gostosa do caralho, isso que ela era. Roubei um beijo mesmo e a filha da puta bem que gosta, gostou tanto que retribuiu e aquela voz sussurrada ao pé do ouvido ajudou mais um pouco pra eu ficar de pau duro. Ah, Eloá. Meu sonho é essa boca bem aqui, me chupando ou você na minha cama gemendo muito quando eu estiver fodendo essa boceta molhadinha.
Ri dos meus pensamentos e entrei outra vez no banheiro, limpei seu batom na minha boca, dei uma afogada no ganso pensando nela e depois de lavar as mãos sai voltando para o bar onde tinha dito para os meus amigos que iria. Peguei uma Bud e voltei para junto deles, encontrando os olhares desconfiados da minha irmã e a cara feia da Ana.

— O que foi Anita? — perguntei brincando, querendo que ela desfizesse aquela cara de mal comida e não ficasse bravinha por nada.
— Tava bom lá no corredor do banheiro, né? — franzi a testa "não entendendo" sobre o que ela estava dizendo. — Não faz essa cara não, eu vi... Babaca. — sussurrou igual a Eloá tinha dito antes, porém com mais ironia.
— Cê tá vendo demais, fui no bar. — mostrei a cerveja.
— Foi né? — chegou perto de mim colando seu corpo no meu, levou sua mão até meu pau e apertou, sussurrando no meu ouvido. — O barman então é bem excitante né? Pra te deixar de barraca armada.
— Ciúmes agora? Você nunca foi disso. — disse estranhando.
— Antes você pelo menos disfarçava. — disse irritada.
— Ih tá de TPM? Não somos namorados não, eu fico com quem eu quiser, você também e quando os dois quiser, ficamos um com o outro. Beleza assim? — ela revirou os olhos e saiu de perto de mim brava, bufando. Tomei um pouco mais da cerveja e o Testa veio para o meu lado rindo. — Lá vem... — disse brincando.
— Tá foda você hein, deixou a Aninha brava. — brincou.
— Ela tá louca, dando crise de ciúmes. Desde quando tenho que dar satisfação de alguma coisa. Eu hein... aqui não. — falei levantando minhas sobrancelhas e negando com a cabeça.
— Andou aprontando? Vai ficar sem furar o bolo hoje. — riu.
— O que importa é que eu peguei a produtora gostosa e bocuda. — disse me gabando.
— Ae moleque. — me parabenizou. — Ela estava bêbada? — disse rindo.
— Foi na saída do banheiro... dei uma juntada nela e parti pro abraço e ela bem que gostou, safada. — falei rindo.
— Não te bateu? — perguntou assustado.
— Me xingou só, ela gostou Testa. Não resistiu e não vai demorar pra ir pro hotel comigo. Ai, ai... não vejo a hora. Ela é muito gostosa porra, deve foder como ninguém. Viu o tamanho daquela bunda? Apertei muito na hora de beijo, gostosa do caralho.
— Aí Pi, deixa de ser nojento. Ou fala baixo, ninguém é obrigado. — Bruna chegou falando.
— Ele é um cachorro, Bru. Sabemos disso. — Mary disse rindo.
— Mary, sou cachorro, sou o que você quiser. — beijei sua nuca sentindo ela ficar toda arrepiada.
— Troxa. — e saiu com a minha irmã.
— Perdoa ninguém tamém cara.
— Boca não foi feita só pra comer e cantar não, pra dar umas chupadas também.
— Puta que pariu, você é podre. — testa disse.
— Sincero. — uma morena passava por nós e deu uma piscadela nada discreta, falei que ia dar um giro pelo camarote e o negão foi comigo, a morena foi pra um canto todo escuro e eu não perdi tempo e cheguei beijando. Mas o beijo não me deixou aceso quanto o da bandida que não saia da minha cabeça e foi assim a balada inteira. Beijei outras bocas, mas querendo que fosse a dela, nem beijar a Ana no caminho de volta pro hotel tinha sido tão gostoso.

Entrei no quarto, tomei uma ducha e minha cabeça nela, as duas. Não conseguia deixar a imagem dela sendo pega de surpresa pelo braço, olhar assustado por não saber quem era e retribuição quando seus lábios tocaram os meus. Aquela boquinha carnuda e macia, que saberia trabalhar no meu pau como ninguém... pensa só eu puxando aqueles cabelos enormes, socando com gosto mesmo e ela virando o olhinho pra mim a noite toda. Só de pensar sentia o Luan Jr. pulsar, estava ficando duro de novo. Precisava daquela mulher e não vou desistir até conseguir.

— Eloá Andrade

Durante todo o tempo em que permanecemos ali na boate, travei e evitei todo e qualquer pensamento que envolvesse o Luan ou o que havia acontecido entre nós no corredor dos banheiros. Eu não queria pensar nisso agora, ou caso contrário, iria acabar estragando minha noite pensando naquele babaca. 

Rodrigo se “perdeu” no meio da multidão, provavelmente estava com alguma garota em algum canto desse lugar. Tomei mais duas caipirinhas de morango e quando estava preparada para pedir a terceira, ele chegou. 

Observei seu rosto e sua feição de satisfação. Gargalhei quando prestei atenção em seu rosto e vi sua boca completamente borrada de batom vermelho. 


— Tava beijando na boca, né safado?! — acusei, ainda rindo. 

— Em? — ele desconversou, segurando o riso. 

— Tá com a boca toda suja de batom vermelho, otário. — ri mais ainda. 

— Porra, que droga! — ele bufou, passando as mãos de forma desesperada pela a boca. 

— Para, só tá piorando. — murmurei, rindo próximo ao seu ouvido. 

— Limpa para mim. — ele pediu. 


Limpei sua boca e tirei os bordados do queixo e de uma das bochechas, o que tinha próximo ao pescoço... Deixei. Saímos de mãos dadas e dois dos amigos do Rodrigo vieram conosco, acompanhados de duas mulheres, uma loira e outra dos cabelos vermelho fogo, claramente tingidos. Eles seguiram para o carro de um dos caras e eu e Rodrigo seguimos para o dele. Adentramos o veículo e não demorou para que estivéssemos passando pela orla do Rio de janeiro. 

Assim que chegamos em casa, esperei meu amigo fechar tudo e então subimos juntos em direção ao quarto. Tomei um banho relaxante e saí vestida num roupão preto, o Rô entrou para tomar o banho dele é aproveitei para trocar de roupa. Coloquei uma calcinha preta e vesti meu pijama do Mickey, prendi meus cabelos em um coque frouxo no alto da cabeça. 

Liguei o ar-condicionado e me deitei na cama, não demorou para que Rodrigo voltasse, meio molhado, cheiroso e usando apenas uma samba canção. Ele deitou ao meu lado e me puxou para o seu peito, onde me aconcheguei e relaxei. 

Não demorou sequer dez minutos para que a respiração dele se tornasse um sopro leve e seu corpo relaxasse “embaixo" do meu. Seu aperto em volta da minha cintura diminuiu e me ajeitei, ficando de lado e consequentemente de costas para ele na cama. 

Fechei meus olhos e respirei fundo, suspirando devagar logo em seguida. Aos poucos meu corpo foi relaxando e eu estava quase dormindo quando me lembrei do acontecido de algumas horas atrás. Abri os olhos de uma vez e bufei por estar lembrando disso. Mas se bem que… no silêncio desse quarto e sozinha com meus pensamentos eu posso admitir que gostei do beijo. O maldito pode até não vale nada, mas tem uma pegada sensacional. 

Fechei os olhos e senti um arrepio percorrer pelo meu corpo quando lembrei de suas mãos correndo por meus braços, cintura e se detendo em minha bunda, eu quase conseguia sentir outra vez isso acontecendo, como se tivesse vivendo o momento outra vez, em forma de flashback. 

Seu beijo era bom, não era delicado ou doce, mas sim urgente, selvagem, daqueles que vêm cheios de promessas e te deixa com vontade de quero mais. Desejando outro e outro é mais doutro. Bufei inconformada, sem acreditar que realmente estava pensando isso. Porra, ele é um cretino de merda que não valer um real sequer, não merece o mínimo que seja de elogios. 

Deitei minha cabeça de forma correta no travesseiro e fechei meus olhos, tentando desconectar minha mente e relaxar meu corpo outra vez. Depois de muito esforço, o sono foi ganhando a batalha, me vencendo pouco á pouco, até que eu estivesse completamente entregue. Sequer percebi quando adormeci.

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Booom dia pessoas, pedimos desculpa pelo capítulo não ser postado na sexta, mas aconteceram alguns imprevistos, mas o cap já está no ar!!! Não postamos na segunda e quarta, por motivos de carnaval haha estávamos curtindo um pouquinho, esperamos que entendam! Sobre o capítulo: AGORA FOOOOOOI, o primeiro veio hahaha Esses dois vão incendiar o quarto quando ficarem juntos... 
Comentem bastante pra deixar o trio feliz! Beijos, até segunda.
P.S: Nós não iriamos falar, mas essas pessoas comentando com anônimo está ficando extremamente chato e cansativo, se quer vir falar as coisas aqui, coloca seu nome, por favor e não seja covarde! É isso. Um beijo 

10 comentários:

  1. KKKKKKK, Luan não vale nada, só pensa besteira. Safado incorrigível, Eloá minha fia, me dê essa sua sorte pelo o amor de Deus, pq ele pode não valer nada, mas é um baita de um gostoso😈

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  2. Enfim beijou,Luan não vai pegar ngm sem lembrar dela agora. 😌😂😂😂

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  3. Eitaaaa que agora beijou
    Luan é safado viu kkkk
    Ansiosa pelo próximo capítulo
    Continua logooo

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  4. Eitaaa que agora foooi, e foi com gostoooo hahahahaha!
    Luan pegou de jeito. Quero ver quando eles forem pro quarto 😂😂😂😂
    Luan vale nem 0,05 centavos kkkkkk
    Safadeza reina nessa criatura. Kkkkkk

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  5. Até que enfim rolou o beijo. Luan não vale nada. Já quero o próximo reencontro

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  6. Beijo ele já conseguiu, de um jeito tosco? Sim, mas conseguiu 1x0 pro Luanzinho

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  7. Enfim o primeiro beijo quero o reencontro continua por favor

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  8. Continuaa! Quero capítulos todos os dias dessa fanfic, mt boa!!

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