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segunda-feira, 27 de março de 2017

Capítulo 13

"Atenção aqui bem rapidinho, lindas. A narração do Luan no capítulo é um hot, então assim, quem não gostar ou não se sentir a vontade de ler... pula pra narração da Eloá ou nos encontramos no próximo capítulo. Beijos do trio e boa leitura."

— Luan Rafael


Era madrugada, eu estava de banho tomado e deitado na cama do hotel sem sono, assistindo TV. Meu celular estava plugado no carregador, quase com a carga completa, e ficava toda hora mostrando uma notificação de nova mensagem. Ignorei as primeiras porque o filme estava muito interessante, mas aí ligaram.


— Oi, pode falar. –atendi.
— Sabia que estava acordado, não me respondeu por quê? –era a Ana Carolina.
— Estava assistindo filme, tava legal.
— Hm... mais que eu?
— Depende, você tava bem chatinha hoje cedo.
— Ah, mas a gente ficou bem lá na praia mesmo eu tendo a impressão de você ter me usado pra fazer ciúmes na outra lá.
— Eu? –me fiz de surpreso, mesmo sabendo que era verdade.– Nunca faria isso. –falei "ofendido".–
— Sei. Mas não foi pra isso que te liguei não... –respirou fundo e continuou falando.– Eu queria saber se você poderia vir aqui no meu quarto.
— Fazer o que aí? Você não está dormindo no mesmo quarto que a minha irmã?
— Elas estão no décimo quinto sono. –eu não estava vendo, mas sabia que ela estava mordendo os lábios só pelo grunhido que ela soltou bem baixinho.
— Melhor não arriscar, né?
— Não posso ir no seu quarto? –perguntou toda mansa.
— Pode, mas sabe que não vamos dormir né?
— Isso nem passou pela minha cabeça. –ri.
— Vou deixar a porta aberta, tá? Até já. –e desliguei.


Ainda tive tempo de ir ao banheiro mijar, depois respondi algumas mensagens via direct e no whatsapp, até que ela entrou. Estava escuro, somente com a luz da TV, Ana entrou devagar estava com um pijama de calor que definia mais seu corpo, blusa de alcinha mostrando sua barriga e o shorts bem curtinho que terminava quando acabava a polpa de sua bunda. Linda, gostosa. Continuei deitado na cama, ela sorriu e veio para a cama, engatinhando e subindo em cima de mim, sem dizer nada se sentou em cima do meu pau e inclinou seu corpo me dando um beijo rápido e ardente.


— Já chega assim? Não fala nem um boa noite? –brinquei.
— Você me espera só de cueca, com tudo isso a mostra e queria conversar ainda? Acho que não, né? –disse rindo, mostrando todos os dentes, ela era muito bonita. Um puta de um mulherão.
— Pra que pôr roupa se vamos tirar tudo mesmo.
— Quer começar por onde?
— Beijando essa sua boca. –soltei seus cabelos enfiando minha mão neles e prendendo os meus dedos antes de puxar sua cabeça e deixar sua boca vir de encontro com a minha. Ela correspondeu ao beijo, chupando minha língua, mordendo meu lábio, sem pressa de que ele acabasse. Aquele beijo que ia esquentando mais o clima, deixando o Luan Jr pronto pra brincadeira.
— Gostoso.
— Você também. –morde sua boca e ri entre o beijo levando minhas mãos para a sua cintura, apalpando sua bunda e apertando depois de muito alisar.– Tava com vontade de te pegar desde aquela hora na praia. –não menti.
— E eu não? –riu.
— Tá de bom humor agora?
— Tô excitada, é diferente. –voltamos beijar, peguei sua blusa e tirei sem cerimônias, ela não estava com um sutiã o que facilitou muito quando passei a língua em seu peito, chupando seu mamilo e arrancando dela um gemido que deu mais tesão ainda.– Ah... não brinca assim... –disse fechando os olhos, nos viramos na cama e eu acabei por cima dela, com um joelho de cada lado da sua cintura, segurando seus pulsos acima da cabeça e abocanhando seus seios.


Seus seios eram naturais, durinhos e bons de chupar, eu gostava demais. E ela ficava cada vez mais entregue, cada vez mais excitada. Voltei aos beijos, sua boca, orelha, descendo por seu pescoço, passando entre os seios e enfiando a língua em seu umbigo. Ela se contorceu quando minha boca estava no pé de sua barriga, soltei seus pulsos pedindo a ela que não me segurasse e levei as mãos até o elástico do shorts tirando-o devagar, vendo-a mexer seu quadril.


— Que pressa hein. –brinquei quando estava passando o tecido por seus joelhos, canela e ela o jogou longe quando chegou as seus pés.– Pézinhos de princesa. –beijei cada um de seus dedos e fui subindo, sentindo seu corpo esquentar.
— Nossa. –arfou.
— Cheirosa. –inspirei o perfume de sua coxas, puxando-a mais pra frente e abrindo suas pernas, sentindo cheiro de sexo, vendo o tecido da calcinha mais escuro devido sua excitação.– Delícia. –passei o nariz e escutei seu gemido mais alto.– Renda?
— Uhuum... –gemeu outra vez. Coloquei a calcinha de lado e passei o polegar onde estava molhadinha, chupando meu dedo em seguida. Peguei aquela pequena peça me livrando dela bem rápido, segurei suas coxas afastando-as mais e aproximando a boca devagarinho, dando beijos demorados, passando levemente a língua e por fim chupando.– Ah, que delícia! –eu mal havia começado e ela já estava rebolando no mesmo ritmo que minha língua, me deixando com o rosto todo melado.– Ah, Luan! –apertei seus quadris, pressionando seu clitóris com a língua, aumentando o ritmo e chupando mais.– Ôh... meu deus! –seu corpo pedia por mais, estava perto de chegar ao ápice. Ana grudou em meus cabelos, filha da puta. Retribui o "carinho" segurando seus seios, beliscando seus mamilos e sentindo seu gozo em minha boca e seu corpo relaxar em seguida. Baixei a cueca e duro do jeito que estava bombei seu sexo com força, fundo.– Ai! –me apoiei no colchão e fiquei olhando para ela, vendo sua reação.
— Te machuquei?
— Não. –ofegou.– Eu só... –antes que ela terminasse sua frase penetrei outra vez.– Ah!
— Vou te foder toda hoje.
— Aham... eu quero muito. Continua!
— Seu pedido é uma ordem, delicinha. –abaixei a cabeça dando risada e ela deu um tapa forte no meu braço.– Para de me bater porra, vai ficar vermelho.
— Então para com esses apelidos escrotos, eu tenho nome. –revirei os olhos e voltei ao que fazia. Pele com pele, dentro e fora, uma e outra vez, com força, mais rápido. Estava gemendo tanto quanto ela, não queria parar, estava quase gozando e ela também, outra vez.– Luan... –senti sua boceta me engolir mais, pulsar de um jeito gostoso que me deixou mais louco. Deitei meu corpo sobre o dela, sem parar de bombar até que numa estocada não me segurei e gozei fundo com ela. Imóvel até que estava relaxado outra vez, deitei ao lado dela e fiquei quieto, sorrindo.– Nossa... eu... ah... –ela ainda estava gozando, enfiei dois dedos nela e ela continuou gemendo, tentando fechar as pernas.– Para, para, para. –segurou meus dedos, beijei sua boca abafando seu grito.
— Você tem que aprender ser mais discreta. O hotel inteiro deve ter escutado.
— E devem estar mortos de inveja. –risos.
— Abre o olho, Ana.
— Uhuum... já já. –neguei com a cabeça e estava me levantando da cama, quando ela levantou e me puxou pelos ombros, abraçando meu pescoço.
— O que você quer?
— Eu quero mais. Deita aqui, deita.
— Tá mandando em mim? É isso? –ela terminou de me despir, me jogou na cama de braços abertos e montou em cima de mim.– Tô gostando disso hein, e não é pouco não.
— Besta.
— Me chama do que você quiser, você pode tudo. –disse lentamente, rindo.
— Safado. –suas mãos seguraram meu pau, ela levantou encaixando-o nela e sentou, rebolando até que eu estava dentro dela por inteiro.
— Ah dona Ana Carolina.
— Me dá sua mão. –assim fiz, dando início ao segundo round.


Ela me cansou de um jeito delicioso, depois disso tomamos banho juntos, ela vestiu o pijama novamente e saiu de fininho. Vesti uma cueca limpa, olhei pro chão procurando a outra cueca pra colocar junto com as roupas sujas e encontrei a calcinha dela. Tirei uma foto e mandei pra ela no whats. Troquei o lençol da cama e deitei.


Meu corpo estava cansado, mas eu estava sem sono. Tirei o celular do carregador e voltei para o insta, mais fotos, vídeos engraçados e tédio. Lembrei da Eloá e decidi procurar por ela, não deveria ser tão difícil. Procurei Eloá e apareceu um monte e eu não lembrava o nome da filha da puta gostosa. Mas o entrei no insta do namoradinho chifrudo e  taran, várias fotos deles. Curti uma delas, cliquei na foto encontrando o ig dela. Eloá Andrade, como não achei ela antes?


Além de linda, tinha um corpo que deixaria qualquer homem babando e qualquer mulher morrendo de inveja. E as fotos? Nossassinhora! Pijaminha de bichinhos, croppeds decotados mostrando parcialmente seus seios, biquínis cavados sim, vídeos boomerang dela pulando na piscina e eu só conseguia olhar seus peitos pulando. Ôh delícia papai, eu vou pegar ela de jeito e juro que faço um estrago daqueles. Ah, faço!

— Eloá Andrade.


A noite eu e o Rodrigo fomos jantar fora, comemos num restaurante à beira-mar e depois de uma volta no calçadão, tomamos um sorvete delicioso e então voltamos para a casa dele.
Assistimos série até tarde e tomamos mais sorvete que tinha na geladeira dele.
Dessa vez, terminei indo dormir no meu quarto - sim, eu tenho um quarto aqui.-, porque o Rô não conseguia manter seu braço pesado longe da minha barriga e tava me deixando agoniada e sem ar já.


Acordei no outro dia com a claridade batendo no meu rosto,abri os olhos devagar para me acostumar com os raios de sol e quando isso aconteceu, me espreguicei. Apesar da claridade e do sol que fazia lá fora, o quarto estava geladinho e um delícia por conta do ar-condicionado. Me levantei e fui descalça mesmo para o banheiro, fiz xixi, lavei as mãos e então prendi meu cabelo em um coque frouxo no alto da cabeça, escovei meus dentes e tirei a roupa para tomar banho. Saí enrolada na toalha e vesti um maiô cavado preto de crochê, e um shorts jeans por cima, calcei uma rasteirinha e passei um rímel e um batom cor de boca, coloquei um brinco e alguns anéis e então desci.


Rodrigo não estava na sala, mas assim que adentrei a cozinha o vi através do vidro das portas. Ele estava sentado numa das espreguiçadeiras, mexendo no celular, resolvi tomar café da manhã antes de ir lá. A mesa da cozinha estava completamente montada, o que me deu a certeza de que não foi ele quem preparou. Comi uma fatia de bolo e tomei um copo de suco de maracujá, um dos meus preferidos. Lavei o que sujei e também o que ele havia sujado, enxuguei minhas mãos a abri as portas, deixando o vento entrar e indo até onde o meu amigo estava.


— Bom dia, meu amor! — eu disse, sentando no seu colo e escorregando até estar deitada ao seu lado.
— Bom dia, coisa linda. — ele sorriu, abaixando a cabeça e beijando minha testa. — Dormiu bem? — riu.
— Palhaço. Tive de ir pro meu quarto, porque você tava me deixando sem ar com esse braço que pesa uma tonelada. — reclamei e ele riu ainda mais.
— Tava aqui olhando umas coisas no insta, olha só esse hotel no Ceará. — ele virou o celular, me mostrando a foto. Era realmente lindo.
— Nossa, que lugar maravilhoso! — falei admirada.
— É sim, uma das belezas do nordeste. A gente podia ir lá quando você tivesse uma folga do trabalho e eu também. — ele sugeriu.
— Vamos ver. — dei de ombros, porque sabia que não teria outro feriadão como esse nem tão cedo.
— O Luan te ligou? — perguntou.
Revirei os olhos, lembrando das cantadas dele ontem
— Não, graças à Deus. Tomara que ele esqueça que você deu meu número para ele! — falei sincera e ele riu.


Tudo bem que o Luan é bonito, charmoso, realmente atraente e daquele tipo de homem que te deixa toda boba e encantada, mas juro que isso só dura até ele abrir a boca e falar alguma asneira, aliás, é só isso que ele fala, um monte de bobagens que não devem nem ser levadas em consideração.


— Quais os eventos dessa semana? — Rodrigo perguntou.
— Um evento de uma marca de maquiagem na quinta, com direito a pocket show de algum youtuber na quarta-feira, Show do Fernando e Sorocaba na quinta, um evento fechado na sexta, nada no sábado e um Dj no domingo. — contei, porque tinha revisado minha agenda três vezes antes de vir para o Rio.
— Nossa, isso que é ser eficiente. — ele brincou, bagunçando meu coque e consequentemente soltando o meu cabelo.
— Vou cozinhar hoje, não quero sair agora. — comentei, deitando minha cabeça em seu peito.


A essa altura ele já tinha bloqueado o celular e guardado o mesmo no bolso da bermuda. Ficamos ali conversando até quase onze horas da manhã, que foi quando resolvi ir preparar nossa comida. Rodrigo resolveu fazer churrasco, sim, apenas para nós dois, e eu fiz vinagrete, arroz refogado, pão de alho e também uma saladinha, porque a donzela é fitness.


Almoçamos em um clima descontraído e quando já eram duas da tarde caímos na piscina. Nos divertimos muito e rimos até a barriga doer, coisa que acontecia sempre que estávamos juntos.


— Que sábado! — suspirei, me jogando no sofá, tinha acabado de secar meu cabelo e estava com o braço doendo por conta dos movimentos repetitivos.
— Nem me fale, tô cansado e olha que só me diverti. — ele riu e eu o acompanhei.


Senti meu celular vibrar no bolso e rapidamente o puxei, desbloqueando o mesmo e abrindo as mensagens. Era uma sms da operadora, avisando que meu número tinha recebido chamadas de alguns contatos, inclusive meu chefe. Abri o whatsapp e lá estava diversas mensagens do Felipe, da Jaque e até da minha mãe, abri primeiro a da minha mãe que dizia que o Felipe precisava de mim e em seguida a do próprio. Li tudo rapidamente, parece que havia sido fechado um evento importantíssimo de última hora e ele realmente não poderia recusar. Ele precisava de toda a equipe, inclusive já havia comprado minha passagem.


— Acho que vou ter que ir embora hoje. — falei, enquanto discava o número do meu chefe, cujo o qual eu já sabia decorado.
— Ué, por quê? — Rodrigo perguntou, franzindo as sobrancelhas.
— Problemas no trabalho. Parece que Herman fechou um evento de última hora, algo que realmente não dava para deixar passar. — expliquei por cima. — Oi, sou eu. — falei quando Felipe atendeu.


Conversamos um pouco e ele me explicou direitinho o que era, graças à Deus não era nada complicado, mas mesmo assim era bem importante mesmo. Desliguei a chamada e encarei Rodrigo, que continuava com a mesma expressão de confuso. Expliquei tudo para ele, que ficou reclamando o tempo todo que eu iria embora um dia e meio mais cedo.


— Isso não é justo, cara. — ele reclamou pela décima vez, me seguindo enquanto eu saía de seu quarto e voltava para o “meu”.
— É meu trabalho! — ri.
— Continua não sendo justo. — ele resmungou e eu revirei os olhos.


Minha mala estava aberta em cima da cama e eu já tinha juntado tudo meu que estava pela a casa, guardei tudo na mala de forma organizada com a ajuda do Rô e deixei separada a roupa que eu iria vestir. Eram cinco horas da tarde e meu voo seria as sete.


Lanchamos juntos e depois eu fui trocar de roupa, fiz uma make leve e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo alto. Calcei meu tênis preto com branco e peguei minha bolsa, a mala já estava lá em baixo. Rodrigo me levou até o aeroporto e ficou comigo até meu voo ser anunciado, nos despedimos e como sempre….isso nunca era fácil entre nós dois.


— Logo eu tô lá de novo para te ver. — ele garantiu, afagando meu cabelo.
— Promete? — pedi.
— De dedinho. — afinou a voz e eu ri.
— Idiota, tô falando sério. — reclamei com um meio sorriso.
— Eu também, boba. Vou te ver logo, não vou demorar tanto como da outra vez, juro. — ele garantiu outra vez.
— Se cuida, tá? Não exagera demais na bebida e toma cuidado com a garganta, não bebe nada gelado e nem faz nada de errado, eu vou estar longe, porém de olhos bem aberto em você. — avisei, fazendo-o rir.
— Pode deixar, baixinha. Vou fazer tudo certinho e você...— ele tocou a ponta do meu nariz com o dedo, ainda me segurando pelos ombros com o outro braço. — Se cuida também e nada de ficar virando noite estudando e esquecer que tem uma vida, você precisa se cuidar! — ele reforçou o que tinha me dito antes de virmos para cá.
Assenti, abraçando-o outra vez, agora mais apertado.
— Eu te amo, insuportável. — falei baixinho.
— Também amo você, fedida.


A última chamada do meu voo foi anunciada e eu saí em direção ao portão de embarque.


[...]


Assim que eu desembarquei em São Paulo, Jaqueline e Felipe já me esperavam ali, teríamos uma reunião em meia hora com o restante da equipe. Seguimos direto para a casa de show, onde os outros já nos esperavam. Discutimos como seriam divididas as tarefas e o que era permitido ou não permitido antes, durante e depois que o evento acontecesse. Como não teria camarim, eu e a Jaque faríamos parte do apoio, apenas supervisionando a festa, vendo se algo estava faltando e mandando repôr tudo o que fosse preciso.


Quando enfim a última coisa foi definida já eram quase onze horas da noite, fui de uber para casa, porque realmente não era obrigada a esperar o ônibus e ainda por cima ir em pé com uma mala enorme. Mas de jeito nenhum! Assim que o carro parou na frente de casa, minha mãe abriu o portão, parecia até que já estava me esperando, bom… de fato estava.
— Ai que saudade, minha menininha! — ela disse, me abraçando apertado.
— Quem vê pensa que passei um mês fora de casa. — eu ri, beijando-lhe o rosto.
— Ah, é como se fosse isso.
— Ata. — eu ri.


Ela me ajudou a entrar com a mala e depois a subir a escada. Coloquei a esma sobre a cama e ela mesma abriu, começando a tirar as roupas limpas, pondo-as de volta no guarda-roupas.


— Não precisa fazer isso, mãe. Depois eu mesma faço! — falei, tirando meu tênis.
— Não, eu mesma faço. — ela deu de ombros, continuando o que fazia. — Mas me conta como foi lá enquanto eu arrumo aqui. — ela pediu animada.
— Ah, foi incrível. Fomos a praia todos os dias, menos hoje. E é comprovado, Rodrigo continua um desastre na cozinha. — contei e ela riu.
— Mas não queimou miojo dessa vez né? — perguntou ainda rindo.
— Dessa vez não. — ri.


Conversamos bastante, contei a ela como tinha sido esses três dias no Rio de Janeiro e depois ela me preparou um sanduíche. Minha mãe foi dormir e eu tomar um banho, vesti meu pijama e me joguei na cama, ligando o ventilador. Só então lembrei de avisar o Rodrigo que eu tinha chegado bem.


Mandei uma mensagem para ele, mas ele nem visualizou. Me deitei na cama e fui olhar algumas das fotos que tinha tirado esses dias. Gostei de uma e resolvi postar, editei ela, colocando apenas um efeitinho bem simples para escurecer um pouco a foto, já que tinha saído bem clara por conta do sol. Abri o instagram e se não estivesse deitada, com toda a certeza teria caído para trás e batido a cabeça. Havia 1078 likes e não parava de chegar mais, sem contar nos seguidores, as notificações quando abri marcaram 634. Mas o que foi que aconteceu?


Abri a última foto que tinha postado ontem e tinha muito comentários, mas muitos mesmo. Comecei lendo os recentes, mas novos chegavam rapidamente. Os comentários variavam de linda atá vadia interesseira, e eu sequer sabia do que estava sendo acusada. Fui subindo ainda mais e foi então que eu descobri o que porra tinha acontecido. Luan havia comentado minha foto, “Por que tão linda?!😍"
” Esse idiota perdeu a noção das coisas? Fui olhando minhas fotos mais recentes e todas, absolutamente todas as dez últimas fotos tinham likes e comentários dele, emojis sem sentido entre outras coisas.


Eu estava completamente assustada com aquilo, os seguidores não paravam de aumentar, assim como as directs que me mandavam, abri umas três, todas perguntando o que eu era do Luan. Gente, cadê os limites?! Como se não bastassem os likes e comentários, ele também me seguiu. Saí rapidamente, fechando o aplicativo. No whats, Brê e Jess falavam sobre esmaltes no nossos grupo, não perdi tempo em ligar o notebook e chamar as duas por chamada de vídeo.


Expliquei tudo para elas, que não conseguiam parar de rir.


— Ele tá muito afim de você! — Jéssica riu.
— Claro que não, ele é um idiota, só isso. — bufei.
— Amiga, você é burra ou se faz? Porque tá na cara que ele tá te querendo. — Brenna revirou os olhos e eu encarei a tela do computador aflita.
— Parem com isso. Aquele cara é um completo babaca! — bufei. — Vocês lembram como ele me tratou no meu trabalho e depois como ficou me cercando na festa?! — passei a mão pelo rosto.
— Ah, vai ver ele tava num dia mal. — Jéssica tentou argumentar.
— Nem vem tentar defender ele, não. — revirei os olhos e ela riu, ficando quieta.
— Olha amiga, quer minha opinião sincera? — Brenna perguntou, me encarando.
Assenti, resmungando que sim.
— Eu acho que você tá sendo muito chata. Chama ele no direct, pergunta o que deu nele e o que ele tá querendo! — ela deu de ombros.
— Tô com a Brê, porque ficar xingando o cara para nós duas não vai adiantar nada, você tem que resolver seu problema diretamente com ele. Até porque, pelo que estamos vendo, ele não vai te deixar em paz até que isso aconteça. — ela voltou a rir.
— Ele é um imbecil! — suspirei,chateada.


Conversamos mais um pouco e logo nos despedimos, porque nós três precisávamos dormir.

Já estava quase cochilando quando resolvi mandar uma mensagem para o babaca. Abri o instagram e fui no seu perfil, selecionei a opção “mandar mensagem” e enviei: Você tá louco, cara?”. Depois disso, coloquei meu celular para carregar e fui dormir.

__________________________
Capítulo 13 no ar.
E aí, o que estão achando? Contem pra gente nos comentários, é importante para nós saber o que vocês estão achando.
Luan não toma jeito né?! hahaha
Comentem bastante e um beijo do trio parada dura! 💘

9 comentários:

  1. KKKKKKKKKKKK. Descrição é com o Luan msm, ele foi dar a louca logo com quem. Tem nem medo de perder o amiguinho dele. Quero saber do meu Boy😇😇😍

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  2. Misericórdia! Kkkkkk
    Luan ta doido. Deixando ela doida kkkkk
    Esses dois são igual cão e gato! Kkkkkk
    Ele vai logo comentando umas 10 fotos. Sutileza é seu nome 😂
    A coitada ficou assustada quando abriu o IG😂😂 quem não ficaria né nom?!

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  3. Luan é um louco KKKKKK
    Coitada da Eloá

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  4. Mds mds,quero mt um hot desses dois

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  5. Luan parece urubu cercando a carniça misericórdia, tenho até pena da Eloá

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  6. Mdssss que capítulo foi esse
    Luanzinho como sempre nem gosta de causar kkkkkkk
    Ansiosa pelo próximo capítulo
    Continua logoooo

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