— Luan Rafael
Os meninos iriam passar a noite aqui em casa, então não tinha problema se bebêssemos além da conta. Tomamos todas, colocamos os assuntos em dia e ainda fizemos uma roda de viola como sempre, claro que isso não poderia jamais faltar nos nossos churrascos.
Já se passava das três e meia da manhã quando as meninas subiram para dormir, já eu e meus parceiros ficamos ali bebendo, jogando e esperando o sol nascer.
Quando acordei no outro dia já se passava das quatro da tarde e todos já haviam ido embora. Tomei um banho demorado e aproveitei para dar uma relaxada na banheira, fiquei lá enquanto escutava minhas músicas preferidas, estava realmente precisando daquilo. Me lavei no chuveiro e saí vestido no roupão, coloquei uma cueca boxer branca e vesti um shorts de elástico e uma regata, calcei meus chinelos, peguei meu celular e os fones e desci. Minha mãe estava sentada no sofá com as pernas esticadas e cruzadas sobre o mesmo, enquanto folheava uma revista.
— Bom dia! — falei, me sentando ao seu lado e beijando sua bochecha.
— Boa noite quase, né? — ela riu, afagando meus cabelos que estavam completamente bagunçados e molhados. — Não penteou? — perguntou.
— Não, quando secar, eu dou um jeito. — dei de ombros.
— Seu pai viajou, teve de resolver umas coisas em São Paulo de última hora. Saiu eram duas da tarde. — ela contou, fechando a revista e colocando-a sobre a mesinha de centro.
— Algum problema sério, sabe dizer? — perguntei.
— Não. Mas acho que não deve ser nada muito grave, mas importante o suficiente para precisar da presença dele lá. — ela deu de ombros, mas estava tranquila.
— Ah, depois vou ligar para ele. — comentei, desbloquear meu celular.
Minha mãe me puxou pelo braço direito, fazendo-me deitar no sofá com a cabeça em seu colo, suas mãos vieram para o meu cabelo molhado, fazendo um carinho gostoso. Suas mãos eram leves e o carinho delicioso, ah… Como eu sinto falta de ter isso todos os dias. Falta desse carinho, dessa dedicação, dessa mulher, desse amor todo.
— Eu te amo, viu?! — falei e ela me olhou, abrindo um sorriso enorme.
— Eu também te amo, meu bebê! — ela se curvou, beijando minha testa.
— Linda demais, minha Nossa Senhora! — falei, erguendo uma mão e apertando a bochecha dela sem machucá-la.
— Para, filho. — ela pediu daquele jeitinho dela, toda envergonhada.
Eu ri, virando minha cabeça de lado e beijando sua barriga.
— O que acha de irmos ao cinema hoje? — falei, mexendo nas pontas de seus cabelos longos.
— Hoje, filho? — perguntou.
— Sim, senhora. Faz tempo que não fazemos algo só nós, digo, eu você e Piroca. — comentei.
— É verdade. — ela resmungou, parecendo pensar.
— Ah, vamos sim então. Mas temos que ir na última para não dar problema! — ela disse, se referindo a sessão.
— Pode deixar, ninguém vai nem ver a gente. — pisquei e me levantei beijando sua bochecha. — Tô morto de fome — falei, passando a mão sobre a barriga que já estava doendo de tanta fome. Misericórdia!
— Deixei sua comida pronta dentro do micro-ondas! — ela avisou.
— Já disse que te amo hoje? — brinquei e ela riu, revirando os olhos.
Almocei sozinho na cozinha e depois fui para o terraço, onde minha irmã estava com o Puff.
Me deitei na rede junto com ela.
— Quase me joga no teto! — ela reclamou, porque sentei de uma vez e ela quase pulou para fora com o impacto do meu peso “leve”.
— Quase nem peso, mentirosa. — resmunguei e ela riu.
— Aham, pesa tanto quanto uma pena, donzela. — Bruna zombou.
— A mãe falou que vamos sair mais tarde? — perguntei.
— Falou sim. Vamos assistir qual filme? — perguntou.
— Avengers! — respondi animado e minha irmã riu.
— Imaginei que seria esse. — ela comentou.
Bruna se aconchegou no meu corpo, deitando a cabeça em meu peito e enfiei minha mão em seus cabelos, fazendo um cafuné. Puff veio correndo e não sei como, mas conseguiu entrar na rede, caindo bem em cima de mim.
— Porra, esse safado é metido que nem você! — Bruna disse rindo.
— Que nem você, que é quem educa ele! — rebati, dando de ombros.
Ficamos por ali conversando, rindo e falando da vida alheia, não demorou para que a minha mãe chegasse e puxasse uma cadeira para perto da rede. Já se passava das sete da noite quando saímos dali para tomarmos um café. Bruna subiu junto com a mamusca para se arrumar e eu fui para o meu quarto, curti umas fotos de umas gatas no instagram e também de alguns fã-clubes. Fiquei conversando um pouco nos grupos que faço parte e depois fui tomar outro banho.
Como a noite estava fria demais em Londrina, coloquei uma calça jeans preta e uma camisa cinza de mangas compridas, vesti uma jaqueta preta de couro por cima e calcei meus coturnos da mesma cor, penteei meu cabelo e dei um jeito com o secador. Peguei uma touca na gaveta, meu celular, a carteira e depois de colocar meu terço por dentro da camisa e me perfumar, desci. Apenas minha mãe estava na sala, linda como sempre!
— Mas que miragem é essa?! — falei me aproximando e ela sorriu envergonhada. — Gata demais, bicho! — brinquei.
— Obrigada, filho. Tá lindo! — ela sorriu, ajeitando a minha jaqueta.
— Eu sou lindo desde que nasci mãe! — pisquei e ela revirou os olhos. — Cadê dona Bruna? — perguntei.
— Tô aqui, nem começa com a reclamação. — ela disse já descendo as escadas.
— Bora logo, piroca. — eu disse apenas para perturbá-la.
— Ô mãe, olha ele em?! — ela bufou e eu ri.
— Luan, não chateia a sua irmã! — ela reclamou e Bruna em olhou com um cara de “Tá vendo só?!”.
— Otária. — apertei a bochecha dela.
— Ridículo! — ela devolveu.
— Chega, vamos logo para o carro. Parecem duas crianças de cinco anos! — mamusca reclamou.
— Essa é a idade mental do Luan mesmo. — Bruna falou rindo.
— Até você?! — falei indignado quando a mamusca gargalhou.
— Desculpa, filho. — ela disse ainda rindo.
[...]
Hoje gravei uma participação no programa Domingão do Faustão e foi bom demais. Até peguei o número de umas duas bailarinas, porque não sou bobo nem nada. O compromisso de hoje tinha sido apenas esse e como fiquei sabendo que teria um show do Fernando e Sorocaba lá onde a Eloá trabalha, resolvi ir. Já até avisei ao Rober e ao Negão que vamos para lá mais tarde. Daqui á pouco, na verdade.
Tomei um banho demorado e me arrumei rápido, caprichei no perfume e no cabelo, peguei meu celular e a carteira e saí do quarto, ri, porque eu e os meninos saímos todos ao mesmo tempo, parecia até que tínhamos ensaiado.
— É hoje que eu eu cobro dela aquela história de ter me feito pagar o maior micão. — falei quando estávamos no elevador já.
— O quê? — Well perguntou confuso.
— A Eloá. — falei como se fosse óbvio. — Mandei o Rober entregar um convite para ela pessoalmente e ela nem apareceu naquele show, ainda por cima paguei um mico da porra com aquela coroa lá, que me xingou de tudo. — falei, revirando os olhos.
— Mas quando você me mandou entregar o convite, ela falou que só que não iria e que se caso acontecesse de ela resolver ir de última hora, era porque realmente não tinha nada melhor para fazer. — Rober falou rindo.
— Taquipariu, viu?! Muié ruim da porra, cara. — reclamei e os dois riram de mim.
— Tá difícil em, Patrão? — Cirilo zombou.
— Demais! Mas quando eu pegar, misericórdia, tenho até pena de nós dois! — falei, me referindo a Eloá e eu.
Os dois gargalharam e eu saí, deixando-os ali dentro quando as portas do elevador se abriram.
[...]
Passei pelo camarim e falei com os meninos, ficamos ali por alguns minutos e nem sinal dela. Voltei para o camarote e curti o show, dei uma olhada pelo local e não encontrei o que me agradasse, talvez porque ela estava trabalhando e não no camarote comigo. Faltava algumas músicas para terminar, eu sabia que ela estava no camarim repondo o que fosse preciso.
Dei um toque pro negão e desci, passei despercebido — por incrível que pareça — e cheguei no camarim principal, abri a porta devagar e lá estava ela de costas para a porta e os espelhos, fazendo a contagem de alguma coisa no frigobar. Aproximando-me devagar, tapei seus olhos, lhe dando um susto.
— Ai, quem é? Não sou boa com adivinhas. — ri. — Tinha que ser você. Me solta vai.
— Uai, nem disse nada. Como cê sabe que é eu?
— Primeiro, ninguém aqui em São Paulo fala "uai" "cê". Segundo, só um desocupado atrapalharia o trabalho alheio.
— Só enrolou, enrolou e meu nome que é bom... nada. — argumentei.
— Luan Santana, o cara mais...
— Lindo, gostoso, ou simplesmente maravilhoso.
— Luan Santana, o babaca. — tirei as mãos de seu rosto e ela olhou mais tranquila.
— Haha. Engraçadinha.
— O que está fazendo aqui?
— Convidado pro show, uai.
— Aqui no camarim, não se faça de idiota.
— Você é sempre afiadinha assim?
— O tempo todo. — disse num tom mais que sugestivo, com um sorriso sarcástico.
— Mas vim aqui mesmo pra saber porque você não apareceu no show. Fiquei te esperando, ainda abordei uma mulher de um jeito nada educado.
— Louco. Eu hein...
— É sério, fiquei te procurando.
— Em momento algum eu disse que iria, eu disse que talvez, se não aparecesse nada melhor, mas adivinha? Apareceu! — ela piscou, sorrindo com sarcasmo.
— Ah, então é assim?
— É Luan, é assim sim. Eu não só trabalho a semana inteira e dobro no final de semana, como também faço faculdade e as vezes viro noites estudando. E fora que ajudo minha mãe em casa, então não tenho todo o tempo do mundo sempre. — vi que ela estava irritada, tanto que revirou os olhos antes de me responder.
— Nossa, desculpa ai, gostosa. Esqueci que sou um desocupado.
— Eu não disse isso, até porque não sei nada da sua rotina. Eu sei da minha. — disse e eu ri com a sua grosseria.
— Língua bem afiada, né? Tem resposta pra tudo.
— Você me irrita. — largou os papéis de check list em cima da penteadeira e cruzou os braços, me encarando. — Fica me rondando, se fazendo de interessado. Já deu né?
— Fica irritadinha, é? — me aproximando rápido demais, segurei seus braços e quando ela piscou, minha boca já estava na dela. Sua primeira reação foi tentar me socar, mas depois ela acabou retribuindo e cara... foi muito melhor do que da primeira vez naquela boate. Joguei suas mãos sobre os meus ombros, peguei sua cintura com as minhas mãos apertando enquanto juntava mais seu corpo no meu. A filha da puta beijava bem, que boca gostosa do caralho. Puta que pariu. Desci minhas mãos para a sua bunda e ela segurou os cabelos da minha nuca, puxando e ficamos nessa pegação até faltar o fôlego e ela me dar um empurrão. — Cansou? — perguntei.
— Era só isso que você queria? Ótimo, já conseguiu. Te beijei, tchau. — e continuou me empurrando até que eu estava fora e ela conseguiu bater a porta. Toquei os lábios com a ponta dos dedos, rindo.
— Beijou mesmo hein, olha essa boca toda suja de batom. — Well ria apontando.
— Puta que pariu, será que alguém viu, negão?
— Disfarça, vai no banheiro e limpa isso aí chefe. — foi o que eu fiz. Voltei para o camarote indo para o bar onde pedi mais um dose e aproveitei os minutos finais do show.
De volta ao camarim, depois de o Sorocaba mandar mensagem, encontrei ela e não nos falamos. Nos despedimos ali mesmo e iríamos pra casa.
— Por hoje deu, tô com sono. — Well disse bocejando.
— Dudu mandou mensagem, vou dar uma passada lá. — continuei a conversa enquanto respondia as mensagens no whatsapp.
— Quer que eu vá junto?
— Não precisa não, vai ser tranquilo. Tá tarde, não vai ter ninguém esperando por lá.
— Te deixo lá então. — continuamos o trajeto, ele me deixou lá e pediu um táxi pra ir embora pra casa.
— Cheguei cambada! — falei quando atenderam o interfone. — Abre ai.
— Sobe ai boi, tá aberto. — escutei o portão destravar e empurrei, entrando e fechando-o em seguida.
— Mas o que tá acontecendo aqui nesse estúdio? — perguntei rindo quando encontrei dona Julia tocando teclado, do jeitinho dela.
— Ela tá aqui só cinco minutos, parece que passou um furacão aqui. — disse pegando-a no colo e segurando bonitinha, sentada. — Soraya só foi fazer uma mamadeira.
— Família toda aqui, é? — perguntei o cumprimentando, e dando um beijo na princesinha. — Tudo bem Jujuba?
— Sim. — respondeu escondendo o rosto.
— Ela veio direto da casa da minha sogra, ai ficaram por aqui. Disse que ia me esperar...
— Xii, pelo jeito vai demorar.
— Chegou rápido hein boi, nem sabia que estava por aqui ainda.
— Tive uns compromissos, mas hoje era folga e teve show do Fernanda e Sorocaba.
— Não perde uma também né?
— Oportunidades meu caro. Vai falar que não aproveita... — falei com "desdém".
— Aproveito bem mais com a minha mulher e meus filhos.
— Ah para, fica com esse papo ai de homem casado.
— Tudo que você faz solteiro eu faço casado.
— Duvido, boi. — gargalhei. — Solteiro você fica com várias mulheres.
— Fala aí a diferença, garanhão.
— Você não cansa de ter sempre a mesma coisa. Hoje mesmo fiquei com uma que nossa senhora, gostosa. — quando percebi já tinha dito e a Julinha ficou me olhando sem entender.– Desculpa aí cara.
— De boa. — riu. — Mas fala ai, quem era?
— A produtora lá, mulherão da por... Ah, você lembra. A da festa, que estava com o Herman.
— Para. Você ficou com ela depois daqueles foras? — comecei a contar sem falar detalhes, porque era muita merda e minha Ju não precisava ficar ouvindo isso. Peguei uma água e voltei a me sentar, estávamos rindo quando a Soraya entrou na sala com o Felipe e a mamadeira da Jujuba.
— Tão fofocando o que ai, hein seu Luan?
— Oi Sô, tudo bem?
— Ótima, sumido. — respondeu rindo.
— Vocês que nunca mais apareceram em Londrina.
— Deixa de ser cara de pau que você fica mais aqui em São Paulo do que em Londrina. — ela disse pondo a mão na cintura.
— Ossos do ofício. — risos.
— Cara de pau. Vou deixar vocês mais a vontade, vem Ju, tomar seu tetê e deixa o papai falar com o tio.
— “Dexa eu desce papai”. — pedia se mexendo toda no colo, querendo descer logo e foi toda linda sentar com a mãe nos puffs, cumprimentei Felipe que se juntou a mãe e a irmã.
— O assunto nosso vai ficar pra outra hora. — risos.
— Se fosse solteiro... — sussurrei e ele negou com a cabeça, rindo.
— Cala a boca vai. — virou para o computador e continuou falando. — Acabei de receber uma música muito boa e sua cara boi. Pensei em você na hora.
— Por que? — ri.
— Tem uma pegada romântica, mas não deixa aquela safadeza de lado... entende?
— Sei, sei. Mas está terminada?
— Ha... não. Bora dar uma olhada?
— Agora boi. — respondi puxando uma cadeira e pegando a cópia da letra que estava impressa pra dar uma olhada. Dudu ia tocando a melodia e ajustando o ritmo certo, acompanhei com a folha...
— Não sei não boi, acho que dá pra mudar isso aqui oh. — peguei uma caneta e fomos montando, nem vi quando a Soraya saiu da sala outra vez com as crianças. Ficamos trabalhando mais algumas horas, mas não até muito tarde porque as crianças já estavam dormindo e nós adultos, cansados.
Nos despedimos, seguimos cada um pro seu canto, eles para casa e eu para o hotel em que estava hospedado. Assim que entrei no quarto fui tirando a roupa e indo para o banho, depois de seco e vestido com uma cueca me joguei na cama, liguei a TV e peguei o celular para olhar o instagram e ver se tinha alguma coisa, respondi uns amigos no whatsapp, inclusive sir Eduardo que estava perguntando se eu tinha chegado inteiro.
O filme estava chato, ninguém pra trocar mensagens por direct. Procurei alguém na agenda pra encher o saco e sair do tédio, passei por alguns nomes e cheguei no dela. Eloá.
Disquei o número, chamou, chamou, chamou e caiu. Tentei de novo, chamou, chamou, chamou e caixa de mensagem outra vez. Na terceira tentativa, no segundo toque ela atendeu.
— Oi. — atendeu com a voz rouca, bem baixinho.
— Te acordei?
— Uhum. — grunhiu.
— Desculpa, mas queria ouvir sua voz.
— Quê? Quem é? — perguntou curiosa, mas ainda rouca.
— Sério que não sabe?
— Não abri nem os olhos, tô cansada.
— Chegou em casa tarde?
— Uhum.
— Tarde que horas?
— Não vai falar quem é?
— É o Luan.
— Luan?
— O Santana.
— O que costuma roubar beijos. — falou um pouco mais alto, deveria estar despertando.
— (ri) Você bem que gostou.
— Beijar é bom. — não sei se por estar com sono, ou não ter associado meu nome a pessoa, mas ela estava calma.
Desligou uns quinze minutos depois, dei risada e preferi mudar de canal e procurar por alguma coisa que prestasse assistir antes de vir o sono.
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Capítulo 15 no ar! E aí, o que acharam?
Luan é cafa, mas também família. hahaha
Outro beijo dos dois caça-tretas! 💋
Obrigada pelos comentários no capítulo anterior, amamos a interação de vocês.
Continuem comentando bastante. Um beijo do trio aqui. 💙
Impressão minha ou esses dois estão ficando mais de boa. Acho que quando Luan pegar ela de jeito de apaixona.😂😂😂
ResponderExcluirEsses dois são muito comédia. Hahaha
O tempo passa e ela vai amolecendo,logo,logo o luan da o bote
ResponderExcluirEsse Santana não vale o prato que come "queria ouvir sua voz". Ata, e eu nasci ontem
ResponderExcluirEsse Santana não vale o prato que come "queria ouvir sua voz". Ata, e eu nasci ontem
ResponderExcluirAmei o luan no momento familia continua
ResponderExcluirVoltaa
ResponderExcluir"Desculpa, mas queria ouvir sua voz" mais falso que o boa sorte dos professores no final da prova
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