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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Capítulo 16

— Luan Rafael

[...]

Cara do céu, ela estava linda. Quando a vi chegar com o armário do lado e mais duas amigas fiquei babando. Nossassinhora! Como pode uma mulher só ser tão gostosa daquele jeito, dava tesão só de olhar e imaginar loucuras para se fazer com ela.

— Oh a baba escorrendo aí boi. — Testa me deu um tapa na cabeça, me fazendo acordar pra vida e tomar mais um gole da minha cerveja. — Tá nessa ainda?
— Ela é gostosa demais, não sossego enquanto não levar pra cama. — lambi os lábios, rindo de um jeito sacana e imaginando-a nua.
— Enquanto não leva pra cama, disfarça meu camarada. — Rober deu um toque e voltou para o assunto da nossa rodinha. Ela continuou caminhando com a turminha, pararam na "mesa" da minha irmã cumprimentando as meninas, Ana, Eloísa, Maryana, Soraya e a Mikelly. Depois continuaram até que chegaram em nós, eu estava na ponta, seria um dos últimos e confesso que estava ansioso pra saber qual seria a dela depois da ligação inesperada no meio da madrugada. Pisquei algumas vezes e ali estavam eles, bem a minha frente.
— E aí Luan, beleza cara? — Rodrigo foi o primeiro a me cumprimentar, com um abraço de lado e um aperto de mão.
— Tudo certo, e você rapaz?
— Tô ótimo, não tem como tá ruim andando com esse monte de mulher bonita. — rimos. — Deixa eu apresentar, vai. Essas são Jéssica e Brenna, e a Eloá você já conhece né?
— Prazer meninas. — fiz questão de cumprimentar uma a uma demoradamente com um beijo no rosto e um abraço com a mão na cintura, bem firme escutando uns suspiros.
— O prazer é todo meu, pode ter certeza. — disse de um jeito firme e engraçado, jurei ter visto-a morder o lábio.
— Jéssica sem postura, faz nem questão de manter uma aparência. — a outra comentou revirando os olhos, ri e fui até a mais bonita.
— Oi. — pisquei. — Não sabia que viria.
— Na verdade foi de última hora. O Rô... — "Rô" revirei os olhos com tédio e ela sorriu sem jeito e voltou a falar. — Ele... apareceu lá em casa e falou dessa social, eu iria ficar deitada mesmo, mas as meninas estavam em casa e ficaram me apurrinhando até eu tomar banho e vir. — explicou.
— Ainda bem que veio. — coloquei as mãos uma em cada lado de sua cintura, olhei em seus olhos achando engraçado o jeito que sua respiração deu uma acelerada, beijei sua bochecha e lhe abracei.
— Já pode me soltar né? Tá muito estranho esse bando de gente, inclusive minhas amigas, nos olhando.
— Tá tão bom aqui. Queria até um beijo na boca sabe? — sussurrei.
— Não, sossega. — e se afastou.
— Quero sossegar com a minha boca na sua, que tal?
— Que tal você parar de beber e falar merda? Tava tão bonitinho de longe, de boca fechada. Parecia menos... babaca. — disse sugestiva, mas na brincadeira, eu acho. Ri negando com a cabeça e ela me acompanhou, se afastando numa distância confiável.
— Você não perde a oportunidade, né?
— Nem você, oportunista. — piscou e saiu de perto.
— Ô meninas, Rodrigo... fiquem à vontade. O freezer tá abastecido, as carnes assando... e conversa rolando solta. — Sorocaba disse pondo a mão no ombro do Rodrigo que assentiu e seguiu com as três para pegarem as bebidas.
— Bonitona hein, agora dá até pra entender o fascínio. Mulher gata da porra,  era ela a da noite lá que te deu uns foras? — Douglas perguntou rindo, apontando.
— É, mas que eu beijei mais três vezes depois daquilo. — respondi a zoação me gabando.
— Beijo roubado não vale. — Marquinhos disse mais alto e ela olhou pra trás arrumando uma mecha de seu cabelo, pisquei e ela riu. — Ih cara. Vai ficar secando mesmo? Deixa pros amigos aqui, uma vez de cada irmão.
— Irmão o caralho. Aquela ali é minha, minha pra eu fazer o que quiser com ela.
— Aposto cinquenta conto que você não pega ela. — Douglas disse pegando a carteira na mão.
— Eu dobro. — Zor bateu com mais uma nota na mesa.
— Dobro de novo, mas acho que ele pega. — Sorocaba concordou dando um tapinha nas minhas costas.
—  Caralho, duzentos já? Mais cinquenta e o boi não pega ela, de jeito nenhum. — Marquinhos colocou mais dinheiro na roba, joguei uma nota de cem e "parti" pro ataque.
— Seus viados, vocês vão ver só. — mudamos de assunto quando vimos que Rodrigo se aproximava, as três tinham entrado na casa.
— Estupidamente gelada. — disse rindo, o acompanhamos. — Viu quem eu trouxe? — ergueu a sobrancelha.
— Seria pecado não ver, fica trazendo bolo pra festa... assim não dá cara.
— Ela é linda né? — sorriu com carinho, da mesma forma que eu fazia quando mencionava a Bru.
— Ela é sim. — levantei para ir ao banheiro, quando sai escutei ela conversar com as amigas e fiquei de ouvidos em pé.
— "Amiga, ele é muito cheiroso, aff." "Ele é lindo, nossa... eu não perderia tempo, beijava aquela boca dele com gosto e não só a boca." — ri.
Resolvi aparecer com a desculpa de que queria água.
— Meninas.
— Oi. — responderam em coro.
— Não bebem?
— Não sou muito chegada, não. — disse Eloá, fazendo careta.
— E cêis duas? — me virei para elas.
— Só não bebo água.
— Nossa Jess, se controla amiga. Que vergonha. — a outra, acho que o nome era Brenda ou Bre... alguma coisa. — Assanhada.
— Querem caipirinha?
— Queremos. — Jessica respondeu pelas três, o que me fez rir. Caminhei até a geladeira e peguei o jarro, servi nos copos e entreguei a elas. — Nossa que delícia.
— Uma delícia mesmo. — respondi olhando para Eloá e mordendo o lábio.
— Não vai nem provar? Eu que fiz.
— Hm... não curto, sério mesmo.
— Só um pouquinho. — peguei o copo e levei até sua boca, ela ofegou e acabou bebericando um pouco. — Morreu?
— Não. — risos. — Está gostosa mesmo, mas não precisava me dar na boca como se eu fosse um bebê.
— Hmm bebezinha. — percebi seu olhar mortal para a amiga e segurei a risada.
— Você está muito linda, sabia?
— Obrigada. — olhou para o lado impaciente, sorri. — O que?
— Não vai falar nada?
— Você é narcisista demais, não precisa de mais um elogio.
— Além de tudo é sincera.
— Nunca menti pra você, palhaço.
— Mentir não, mas deu bolo que uma beleza.
— De novo esse assunto? — revirou os olhos, passei a mão pelos cabelos e ela continuou quieta me olhando. — Vou lá fora com as meninas. — disse enquanto saia, coloquei o copo em cima da bancada e respirei fundo, sentindo aquele cheiro maravilhoso do perfume dela. Ah Eloá, se você soubesse como eu sou louco pra te pegar de jeito não brincava com a minha imaginação.
— Encontrou sua amiguinha, né? Tudo o que você queria. — Ana chegou cruzando os braços, me encarando.
— Quero tudo dela, menos amizade.
— Não tem vergonha, não?
— Não. Deveria? — ergui a sobrancelha e ela não disse nada, e deu as costas indo para o banheiro.
— Pi, viu a Ana? — Bruna chegou perguntando.
— No banheiro.
— Ah tá... vai ficar aí é? — perguntou sugestiva, dei risada e voltei pro quintal com ela. — Hm... sua amiguinha já está na nossa mesa.
— Vou lá. — nem fiz cerimônias e já fui puxando uma cadeira e me sentando ao lado dela, que olhou sem entender e continuou falando com a Mikelly.
— Vocês estão juntos? — Mika perguntou e ela ficou toda sem graça, gaguejando para responder.
— Nã... nós não... eu e ele... mal nos conhecemos.
— Mas isso é fácil de responder, posso te mostrar a casa se quiser. O quarto de hóspedes é a melhor parte. — sussurrei as últimas palavras, bebendo mais da cerveja.
— Não cansa, não?
— Tem cansaço que vale a pena. — pisquei.
— Se toca.
— Quero tocar mesmo... em você e pra você.
— Nojento. — voltou a me ignorar.

Não fiquei o tempo inteiro na mesa delas, até porque só estavam as mulheres lá e eu estava cansado daquele papo calcinha e das caretas que a Carol estava fazendo, me olhando feio, encarando e eu fingindo que não estava nem vendo.

— Pegou, pegou? — Douglas perguntou rindo.
— Ainda não, ela sempre tá perto de alguém. — ria.
— Você que é mole, bundão. — Zor desdenhou.
— Luan já foi melhor, hoje em dia. — Dudu também entrou na pilha de me zoar.– Eu sou mais rápido hein.
— Claro que é. Sua mulher pensa em falar e você já está lá abanando o rabinho. — risos.
— O time dos casados é mais forte cara, vai por mim.
— Só caso se for com a Julinha ou a Alice hein.
— Eu te mato seu filha da puta, minha filha não.
— Agora ficou machão né seu Eduardo, mas a filha dos outros você pegava sem dó.
— Ainda pego, meu sogro nem sonha. — risos.

Pegamos mais bebidas e o rumo da conversa foi mudando, entrei pra ir ao banheiro mijar que eu estava mais que apertado e o banheiro de baixo estava ocupado. Subi as escadas e o do corredor também, mas dane-se vou esperar. Esperei, esperei e esperei e nada.  Estava quase xingando quando lembrei do quarto do Sorocaba e acabei usando o banheiro de lá rapidinho mesmo. Sai do banheiro e também do quarto, fechando a porta e escutei o barulho da maçaneta do outro banheiro, fiquei olhando, vendo a porta abrir e quando ela abriu totalmente para minha surpresa era ela. Ajeitou sua roupa e ia passando por mim direto quando segurei seu braço e puxei seu corpo pro meu.

— Tá fugindo de mim, é?
— Não. Eu queria fazer xixi  e o banheiro lá embaixo estava ocupado, louco. — tentou se soltar em vão, e ficou olhando. — Pode me soltar?
— Pra que pressa? Tá tão bom aqui.
— Se liga, né. A casa cheia de gente e você fic... — antes que ela começasse a falar como uma velha chata, lhe empurrei pra dentro do banheiro, seus olhos ficaram arregalados, não liguei.

Dei um selinho, passei a língua em seus lábios e juntei as duas mãos em sua cintura puxando-a para um beijo decente e de tirar qualquer fôlego. Ela não me bateu dessa vez, apenas segurou firme meus cabelos e dei mais intensidade a porra do beijo. Não se importou que eu peguei em sua bunda, puxei levemente os cabelos de sua nuca e dei uma mordida na sua boca. Ficamos uns bons minutos, sem compromisso e foi gostoso pra caralho.

— Porra.
— Tchau.
— Ei. Tá pensando que vai aonde?
— Minhas amigas sabem que eu só vim aí banheiro, tchau.
— Tão rápido assim?
— Não quero que imaginem coisas, tá cheio lá fora...
— Tá preocupada com isso? Ah, Eloá. Somos adultos, né?
— Tá, e daí?
— Ficamos mesmo, e vamos ficar de novo.
— Vamos? Acha que é assim... tchau, babaca. — segurei sua cintura e dei uma juntada nela, beijando seu pescoço e escutando sua risada pedindo pra eu parar.
— Só mais um beijo, sua boca é tão gostosa de beijar.
— Eu sei, mas me solta. Quero descer logo, antes que alguém pegue nós dois aqui e fique enchendo minha cabeça.
— Só se você me der mais um beijo.
— Nem dois. Desgruda garoto, larga.
— Não. –continuei lhe dando selinhos até que ela virou e nos beijamos outra vez, escorados na porta, sem nos preocupar com o tempo.
— Hm... chega. — cortou o beijo mesmo eu tentando continuar, acabei dando selinhos apenas. — Tá, tá acabou... — me empurrou totalmente ofegante, tô passando a mão na boca e limpando o batom.
— Gostosa.
— Babaca. — sussurrou. — Quem vai descer primeiro?
— Uai, pra que isso?
— Não quero ser vista com você.
— Ah, deixa de frescura. Quem é que vai te ver comigo? E se ver qual o problema? — ela revirou os olhos e ficou quieta, estava se recompondo. Soltou os cabelos prendendo-os novamente, jogou uma água no rosto e em seguida secou com uma toalha. — Vamos vai... — abri a porta e dei de cara com a Ana que estava prestes a bater. Ela olhou transtornada, abriu a boca pra falar umas três vezes e surtou.
— Você beijou ela? — apontou e a Eloá ficou toda sem graça. — Eu juro que não tô acreditando.
— Ana, calma.
— Calma? Não vem me pedir calma, quem você pensa que é pra me pedir alguma coisa?
— Ana, espera...
— Esperar o que? Você beijar essa vagabunda de novo? — Eloá ia retrucar, mas eu pedi que ficasse quieta. — Vai defender agora?
— Você é louca garota, precisa se tratar. E você seu idiota, por que não me disse que tinha namorada? — falou pra mim. — Babaca. — e desceu sem me dar tempo de dizer alguma coisa.
— Você estava ou não beijando ela?
— Estava, algum problema? Quer beijo também?
— Tá se achando o máximo né? Vai ter volta viu.
— Vai é? Nem sabia que era uma competição... quer brincar assim? Aguenta?
— Vai se foder seu troxa, vai com aquela ridícula.
— Ah como eu queria foder com ela viu, ah papai.
— Vocês se merecem, os dois não valem nada. Cachorro sem vergonha!
— Você tá brava demais, que foi hein?
— Me deixa em paz. — entrou no banheiro e fechou a porta. Eu dei risada, muita risada daquela cena ridícula e quando me recuperei desci e voltei para junto dos meninos e das princesas da casa, Julia e Alice.
— Já até sei. — Dudu falou rindo, Marquinhos foi na onde e o único que não estava entendendo nada era o Rodrigo. — Ah, cachorro.
— O tio não é cachorro, papai. — fui defendido por uma criança de dois anos, ri pegando-a no colo e enchendo de beijos.
— Ô Julinha, casa com o tio Luan?
— Qui é casar, papai?
— Uma coisa muito ruim e que você nunca vai fazer. Promete?
— Pometo papai. — risos.

— Eloá Andrade

Rodrigo quando juntava com a Jessica e a Brenna me apurrinhava o tempo inteiro e foi assim que fomos parar em uma social na casa do Sorocaba. Sim, o da dupla, Fernando e Sorocaba.
Eu fui imaginando que teriam famosos, mas sério, não sabia que Luan estaria lá e que ficaria dando em cima de mim o tempo todo. Não vou mentir, eu gostei dos nossos beijos, também segui os conselhos das minhas amigas e aproveitar. Só não sabia que aquele canalha tinha namorada e mais, ia me agarra no banheiro com ela ali na mesma social que ele. Aquela desequilibrada gritou comigo, co mi go! Desci achando é graça, a cara do Luan foi impagável.

— E aí, beijou? –Jess perguntou apoiando os cotovelos na mesa e a cabeça em suas mãos. —  Diz que sim, porque vocês demoraram muito.
— Verdade, tenho que concordar que é um desperdício você não ficar com ele.
— Aí meninas, beijei e beijei muito. — comecei a contar para elas e levantei para ir buscar uma água quando esbarrei com uma outra pessoa e nem tive tempo de falar nada, eu só gritei ao sentir o líquido gelado escorrer pelo meu corpo ou melhor dizendo, meu decote. — Olha o que você fez, sua louca!
— Nossa, foi sem querer. Me desculpa. — olhei e o copo estava vazio, e ela sorrindo.
— Desculpa uma ova, sua...
— Não posso fazer nada se você não olha por onde anda, mas desculpa viu.
— Você tem problemas né? Olha minha roupa! — falei alto, minha roupa molhou a frente todinha com uma bebida roxa que com certeza deixaria manchas. Olhei e a tal da Ana tinha o sorriso mais cínico e dissimulado, que raiva.
— Quer ajuda pra tirar, Lô? — Jess perguntou.
— A gente pode tentar dar um jeito, sei lá. — Brenna comentou.
— Não meninas, eu entro e rapidinho me ajeito. — falei dando as costas, entrei na casa e fui para o banheiro, mas a porta estava fechada, esperei até a porta abrir.
— O que aconteceu? — a irmã do Luan perguntou vendo meu estado.
— Sua amiga que é uma maluca, olha o que ela fez, como eu vou ficar desse jeito, toda molhada?
— A Ana fez isso? — assenti. — Deixa eu te ajudar, entra aqui. — entrei com ela e precisei ficar de sutiã na frente dela, não tive vergonha. — Acho que não tem mais jeito não, vai ficar manchado mesmo se lavar. Já venho. — e saiu. Dei uma olhada no espelho maior que tinha ao lado e meu shorts saia estava intacto, talvez por ser um pouco mais escuro. Meu sutiã estava úmido, mas era pouca coisa e a blusa eu tive vontade de esfregar na cara daquela infeliz. Vaca!

— Eloá? — escutei batidas na porta e abri. — Experimenta essa aqui, estava na minha mala.
— Será que serve? — a blusa era um body, body que eu não conseguiria usar com um sutiã. Tive que tirar tudo, ficando só de calcinha, vesti o body, meu shorts e estava pronta de novo.
— Uau, que mulherão. Não é a toa que meu irmão fica babando. — falou tão espontânea que eu nem rebati, dei um sorrisinho sem graça.
— Obrigada, viu. Depois eu te devolvo.
— Sem pressa, relaxa. Me desculpa por isso tá?
— Você não tem culpa de ter uma cunhada louca. — dei de ombros, Bruna começou a rir e eu sem entender. — O que?
— Ela não é minha cunhada, não. Ela é minha amiga, fica com o meu irmão as vezes. Bateu o ciúmes.
— Louca. Com todo respeito. — risos.
— Vamos voltar lá pra fora?
— Sim, deu até sede.

Retornamos e nossa mesa estava cheia outra vez, minhas amigas ficaram de boca aberta quando viram meu novo look e eu e a Bruna demos risada, sentindo os olhos da fulana me queimarem. Rodrigo viu de longe e ficou franzindo a testa, não demorou muito e veio até nós, sentou à mesa e engatou num papo com a mulher dos meninos que eu não lembrava o nome direito.

— Mãe, tô com fome.
— Mãe? — o garotinho deveria ter uns seis ou sete anos, ela riu do meu espanto. — Sério que você é mãe dele?
— E da Julia.
— Nossa, mas você é tão nova, não pensei que tivesse filhos.
— Os tive cedo, eu acho. — risos. — Felipe é meu homenzinho, tem cinco anos. E a Ju é a caçulinha, com dois aninhos.
— Ele é grandão, né?
— Tinha que ver quando nasceu. — descobri depois de bons minutos de conversa que ela era casada com o Eduardo Borges, do Studio VIP. E que ela falava pra caramba também e que logo estávamos todas na roda, falando do lado maternal da vida, relacionamentos e muito mais coisas.

As horas passaram mais um pouco e os rapazes improvisaram um espaço para tocar um violão e cantar umas músicas, nos juntamos à eles e pude sentir o clima gostoso e descontraído. Ali não eram artistas famosos, sendo tietados e tudo mais. Eram apenas pessoas comuns que tinham um amor imenso pela música, aproveitei demais, sério mesmo. E não pude deixar de filmar quando Rodrigo e Luan estavam cantando juntos, o Rô olhava pra mim, sorrindo e piscando. Meu amorzão!

— Então você que é a Eloá? — virei para o casal que estava ao meu lado. — Prazer, Eloísa.
— E Douglas. — ele beijou meu rosto. — Você é bonitona mesmo hein.
— Amor, para com isso. Ela tá vermelha já! — Eloísa riu.
— Com todo respeito, minha namorada é mais. — risos.
— Você é namorada do Marim?
— Por que todo mundo acha isso?
— Sei lá, por quê só vemos ele com você e você com ele nas fotos? Nos vídeos? Viagens...
— Somos muito amigos, melhores amigos. — sorri para ele que me olhava curioso, querendo saber do que eu falava. — Crescemos "juntos". É só amizade mesmo.
— Queria eu, um amigo desses. — Jess disse alto nos arrancando risadas.– Bonito, rico, simpático, todo homão. Nossa senhora! — e outra vez mudamos o foco na conversa e olha que foi bem melhor assim, pelo menos não tinham mais a louca da Ana Carolina por perto, nem mesmo Luan voltou a se aproximar muito, e conheci mais de seus amigos, Douglas, Eloísa e o tal do Marquinhos que era o mais palhaço e deixou minha amiga, jéssica, suspirando cada vez que ele falava.


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Voltamoooooos! Hahaha 💚
Beijos, birras e social! Tudo que é bom, em apenas um capítulo. Hahaha
O que estão achando dessa turma?
E sobre essa atitude da Ana? Sei não, em!?
Obrigada pelos comentários no capítulos anterior, continuem assim.
Comentem bastante e um beijo do trio aqui! 💚😘 

10 comentários:

  1. Eloá foi muito mole. Iria era da na cara dela. Bicha otaria. Affs! Mas eu iria dar o troco hahahaha
    Mas esse cap foi muito divertido. Quero maisss! Bjos!

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  2. Eloa foi boba, devia ter rodado a mão na cara

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  3. Eloá deveria ter rodado a mão na cara dela😞😞. E Luan é oportunista demais

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  4. Eloá deveria ter rodado a mão na cara dela😞😞. E Luan é oportunista demais

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  5. Se eu fosse a Eloá teria dado na cara dela continua

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  6. Que capítulo foi esse
    A Eloá deveria ter dado vários tapas na Ana pra ela largar de ser trouxa
    Ansiosa pelo próximo capítulo
    Continua logoo

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  7. Continua aaaaaaa quero mais - Grazi

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  8. Cheguei a tempo e adorei todos os caps. Já quero saber se o Luan vai ganhar essa aposta e se a Eloá vai descobrir antes ou depois. Continua meninas tá maravilhosa❤❤😍

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  9. Oii estou acompanhando a fic e estou amando! ♥♥♥

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  10. #EloáDáNaCaraDela. Marquinhos roubando um certo coração ai hein

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