— Luan Rafael
[...]
Cara do céu, ela estava linda. Quando a vi chegar com o armário do lado e mais duas amigas fiquei babando. Nossassinhora! Como pode uma mulher só ser tão gostosa daquele jeito, dava tesão só de olhar e imaginar loucuras para se fazer com ela.
— Oh a baba escorrendo aí boi. — Testa me deu um tapa na cabeça, me fazendo acordar pra vida e tomar mais um gole da minha cerveja. — Tá nessa ainda?
— Ela é gostosa demais, não sossego enquanto não levar pra cama. — lambi os lábios, rindo de um jeito sacana e imaginando-a nua.
— Enquanto não leva pra cama, disfarça meu camarada. — Rober deu um toque e voltou para o assunto da nossa rodinha. Ela continuou caminhando com a turminha, pararam na "mesa" da minha irmã cumprimentando as meninas, Ana, Eloísa, Maryana, Soraya e a Mikelly. Depois continuaram até que chegaram em nós, eu estava na ponta, seria um dos últimos e confesso que estava ansioso pra saber qual seria a dela depois da ligação inesperada no meio da madrugada. Pisquei algumas vezes e ali estavam eles, bem a minha frente.
— E aí Luan, beleza cara? — Rodrigo foi o primeiro a me cumprimentar, com um abraço de lado e um aperto de mão.
— Tudo certo, e você rapaz?
— Tô ótimo, não tem como tá ruim andando com esse monte de mulher bonita. — rimos. — Deixa eu apresentar, vai. Essas são Jéssica e Brenna, e a Eloá você já conhece né?
— Prazer meninas. — fiz questão de cumprimentar uma a uma demoradamente com um beijo no rosto e um abraço com a mão na cintura, bem firme escutando uns suspiros.
— O prazer é todo meu, pode ter certeza. — disse de um jeito firme e engraçado, jurei ter visto-a morder o lábio.
— Jéssica sem postura, faz nem questão de manter uma aparência. — a outra comentou revirando os olhos, ri e fui até a mais bonita.
— Oi. — pisquei. — Não sabia que viria.
— Na verdade foi de última hora. O Rô... — "Rô" revirei os olhos com tédio e ela sorriu sem jeito e voltou a falar. — Ele... apareceu lá em casa e falou dessa social, eu iria ficar deitada mesmo, mas as meninas estavam em casa e ficaram me apurrinhando até eu tomar banho e vir. — explicou.
— Ainda bem que veio. — coloquei as mãos uma em cada lado de sua cintura, olhei em seus olhos achando engraçado o jeito que sua respiração deu uma acelerada, beijei sua bochecha e lhe abracei.
— Já pode me soltar né? Tá muito estranho esse bando de gente, inclusive minhas amigas, nos olhando.
— Tá tão bom aqui. Queria até um beijo na boca sabe? — sussurrei.
— Não, sossega. — e se afastou.
— Quero sossegar com a minha boca na sua, que tal?
— Que tal você parar de beber e falar merda? Tava tão bonitinho de longe, de boca fechada. Parecia menos... babaca. — disse sugestiva, mas na brincadeira, eu acho. Ri negando com a cabeça e ela me acompanhou, se afastando numa distância confiável.
— Você não perde a oportunidade, né?
— Nem você, oportunista. — piscou e saiu de perto.
— Ô meninas, Rodrigo... fiquem à vontade. O freezer tá abastecido, as carnes assando... e conversa rolando solta. — Sorocaba disse pondo a mão no ombro do Rodrigo que assentiu e seguiu com as três para pegarem as bebidas.
— Bonitona hein, agora dá até pra entender o fascínio. Mulher gata da porra, era ela a da noite lá que te deu uns foras? — Douglas perguntou rindo, apontando.
— É, mas que eu beijei mais três vezes depois daquilo. — respondi a zoação me gabando.
— Beijo roubado não vale. — Marquinhos disse mais alto e ela olhou pra trás arrumando uma mecha de seu cabelo, pisquei e ela riu. — Ih cara. Vai ficar secando mesmo? Deixa pros amigos aqui, uma vez de cada irmão.
— Irmão o caralho. Aquela ali é minha, minha pra eu fazer o que quiser com ela.
— Aposto cinquenta conto que você não pega ela. — Douglas disse pegando a carteira na mão.
— Eu dobro. — Zor bateu com mais uma nota na mesa.
— Dobro de novo, mas acho que ele pega. — Sorocaba concordou dando um tapinha nas minhas costas.
— Caralho, duzentos já? Mais cinquenta e o boi não pega ela, de jeito nenhum. — Marquinhos colocou mais dinheiro na roba, joguei uma nota de cem e "parti" pro ataque.
— Seus viados, vocês vão ver só. — mudamos de assunto quando vimos que Rodrigo se aproximava, as três tinham entrado na casa.
— Estupidamente gelada. — disse rindo, o acompanhamos. — Viu quem eu trouxe? — ergueu a sobrancelha.
— Seria pecado não ver, fica trazendo bolo pra festa... assim não dá cara.
— Ela é linda né? — sorriu com carinho, da mesma forma que eu fazia quando mencionava a Bru.
— Ela é sim. — levantei para ir ao banheiro, quando sai escutei ela conversar com as amigas e fiquei de ouvidos em pé.
— "Amiga, ele é muito cheiroso, aff." "Ele é lindo, nossa... eu não perderia tempo, beijava aquela boca dele com gosto e não só a boca." — ri.
Resolvi aparecer com a desculpa de que queria água.
— Meninas.
— Oi. — responderam em coro.
— Não bebem?
— Não sou muito chegada, não. — disse Eloá, fazendo careta.
— E cêis duas? — me virei para elas.
— Só não bebo água.
— Nossa Jess, se controla amiga. Que vergonha. — a outra, acho que o nome era Brenda ou Bre... alguma coisa. — Assanhada.
— Querem caipirinha?
— Queremos. — Jessica respondeu pelas três, o que me fez rir. Caminhei até a geladeira e peguei o jarro, servi nos copos e entreguei a elas. — Nossa que delícia.
— Uma delícia mesmo. — respondi olhando para Eloá e mordendo o lábio.
— Não vai nem provar? Eu que fiz.
— Hm... não curto, sério mesmo.
— Só um pouquinho. — peguei o copo e levei até sua boca, ela ofegou e acabou bebericando um pouco. — Morreu?
— Não. — risos. — Está gostosa mesmo, mas não precisava me dar na boca como se eu fosse um bebê.
— Hmm bebezinha. — percebi seu olhar mortal para a amiga e segurei a risada.
— Você está muito linda, sabia?
— Obrigada. — olhou para o lado impaciente, sorri. — O que?
— Não vai falar nada?
— Você é narcisista demais, não precisa de mais um elogio.
— Além de tudo é sincera.
— Nunca menti pra você, palhaço.
— Mentir não, mas deu bolo que uma beleza.
— De novo esse assunto? — revirou os olhos, passei a mão pelos cabelos e ela continuou quieta me olhando. — Vou lá fora com as meninas. — disse enquanto saia, coloquei o copo em cima da bancada e respirei fundo, sentindo aquele cheiro maravilhoso do perfume dela. Ah Eloá, se você soubesse como eu sou louco pra te pegar de jeito não brincava com a minha imaginação.
— Encontrou sua amiguinha, né? Tudo o que você queria. — Ana chegou cruzando os braços, me encarando.
— Quero tudo dela, menos amizade.
— Não tem vergonha, não?
— Não. Deveria? — ergui a sobrancelha e ela não disse nada, e deu as costas indo para o banheiro.
— Pi, viu a Ana? — Bruna chegou perguntando.
— No banheiro.
— Ah tá... vai ficar aí é? — perguntou sugestiva, dei risada e voltei pro quintal com ela. — Hm... sua amiguinha já está na nossa mesa.
— Vou lá. — nem fiz cerimônias e já fui puxando uma cadeira e me sentando ao lado dela, que olhou sem entender e continuou falando com a Mikelly.
— Vocês estão juntos? — Mika perguntou e ela ficou toda sem graça, gaguejando para responder.
— Nã... nós não... eu e ele... mal nos conhecemos.
— Mas isso é fácil de responder, posso te mostrar a casa se quiser. O quarto de hóspedes é a melhor parte. — sussurrei as últimas palavras, bebendo mais da cerveja.
— Não cansa, não?
— Tem cansaço que vale a pena. — pisquei.
— Se toca.
— Quero tocar mesmo... em você e pra você.
— Nojento. — voltou a me ignorar.
Não fiquei o tempo inteiro na mesa delas, até porque só estavam as mulheres lá e eu estava cansado daquele papo calcinha e das caretas que a Carol estava fazendo, me olhando feio, encarando e eu fingindo que não estava nem vendo.
— Pegou, pegou? — Douglas perguntou rindo.
— Ainda não, ela sempre tá perto de alguém. — ria.
— Você que é mole, bundão. — Zor desdenhou.
— Luan já foi melhor, hoje em dia. — Dudu também entrou na pilha de me zoar.– Eu sou mais rápido hein.
— Claro que é. Sua mulher pensa em falar e você já está lá abanando o rabinho. — risos.
— O time dos casados é mais forte cara, vai por mim.
— Só caso se for com a Julinha ou a Alice hein.
— Eu te mato seu filha da puta, minha filha não.
— Agora ficou machão né seu Eduardo, mas a filha dos outros você pegava sem dó.
— Ainda pego, meu sogro nem sonha. — risos.
Pegamos mais bebidas e o rumo da conversa foi mudando, entrei pra ir ao banheiro mijar que eu estava mais que apertado e o banheiro de baixo estava ocupado. Subi as escadas e o do corredor também, mas dane-se vou esperar. Esperei, esperei e esperei e nada. Estava quase xingando quando lembrei do quarto do Sorocaba e acabei usando o banheiro de lá rapidinho mesmo. Sai do banheiro e também do quarto, fechando a porta e escutei o barulho da maçaneta do outro banheiro, fiquei olhando, vendo a porta abrir e quando ela abriu totalmente para minha surpresa era ela. Ajeitou sua roupa e ia passando por mim direto quando segurei seu braço e puxei seu corpo pro meu.
— Tá fugindo de mim, é?
— Não. Eu queria fazer xixi e o banheiro lá embaixo estava ocupado, louco. — tentou se soltar em vão, e ficou olhando. — Pode me soltar?
— Pra que pressa? Tá tão bom aqui.
— Se liga, né. A casa cheia de gente e você fic... — antes que ela começasse a falar como uma velha chata, lhe empurrei pra dentro do banheiro, seus olhos ficaram arregalados, não liguei.
Dei um selinho, passei a língua em seus lábios e juntei as duas mãos em sua cintura puxando-a para um beijo decente e de tirar qualquer fôlego. Ela não me bateu dessa vez, apenas segurou firme meus cabelos e dei mais intensidade a porra do beijo. Não se importou que eu peguei em sua bunda, puxei levemente os cabelos de sua nuca e dei uma mordida na sua boca. Ficamos uns bons minutos, sem compromisso e foi gostoso pra caralho.
— Porra.
— Tchau.
— Ei. Tá pensando que vai aonde?
— Minhas amigas sabem que eu só vim aí banheiro, tchau.
— Tão rápido assim?
— Não quero que imaginem coisas, tá cheio lá fora...
— Tá preocupada com isso? Ah, Eloá. Somos adultos, né?
— Tá, e daí?
— Ficamos mesmo, e vamos ficar de novo.
— Vamos? Acha que é assim... tchau, babaca. — segurei sua cintura e dei uma juntada nela, beijando seu pescoço e escutando sua risada pedindo pra eu parar.
— Só mais um beijo, sua boca é tão gostosa de beijar.
— Eu sei, mas me solta. Quero descer logo, antes que alguém pegue nós dois aqui e fique enchendo minha cabeça.
— Só se você me der mais um beijo.
— Nem dois. Desgruda garoto, larga.
— Não. –continuei lhe dando selinhos até que ela virou e nos beijamos outra vez, escorados na porta, sem nos preocupar com o tempo.
— Hm... chega. — cortou o beijo mesmo eu tentando continuar, acabei dando selinhos apenas. — Tá, tá acabou... — me empurrou totalmente ofegante, tô passando a mão na boca e limpando o batom.
— Gostosa.
— Babaca. — sussurrou. — Quem vai descer primeiro?
— Uai, pra que isso?
— Não quero ser vista com você.
— Ah, deixa de frescura. Quem é que vai te ver comigo? E se ver qual o problema? — ela revirou os olhos e ficou quieta, estava se recompondo. Soltou os cabelos prendendo-os novamente, jogou uma água no rosto e em seguida secou com uma toalha. — Vamos vai... — abri a porta e dei de cara com a Ana que estava prestes a bater. Ela olhou transtornada, abriu a boca pra falar umas três vezes e surtou.
— Você beijou ela? — apontou e a Eloá ficou toda sem graça. — Eu juro que não tô acreditando.
— Ana, calma.
— Calma? Não vem me pedir calma, quem você pensa que é pra me pedir alguma coisa?
— Ana, espera...
— Esperar o que? Você beijar essa vagabunda de novo? — Eloá ia retrucar, mas eu pedi que ficasse quieta. — Vai defender agora?
— Você é louca garota, precisa se tratar. E você seu idiota, por que não me disse que tinha namorada? — falou pra mim. — Babaca. — e desceu sem me dar tempo de dizer alguma coisa.
— Você estava ou não beijando ela?
— Estava, algum problema? Quer beijo também?
— Tá se achando o máximo né? Vai ter volta viu.
— Vai é? Nem sabia que era uma competição... quer brincar assim? Aguenta?
— Vai se foder seu troxa, vai com aquela ridícula.
— Ah como eu queria foder com ela viu, ah papai.
— Vocês se merecem, os dois não valem nada. Cachorro sem vergonha!
— Você tá brava demais, que foi hein?
— Me deixa em paz. — entrou no banheiro e fechou a porta. Eu dei risada, muita risada daquela cena ridícula e quando me recuperei desci e voltei para junto dos meninos e das princesas da casa, Julia e Alice.
— Já até sei. — Dudu falou rindo, Marquinhos foi na onde e o único que não estava entendendo nada era o Rodrigo. — Ah, cachorro.
— O tio não é cachorro, papai. — fui defendido por uma criança de dois anos, ri pegando-a no colo e enchendo de beijos.
— Ô Julinha, casa com o tio Luan?
— Qui é casar, papai?
— Uma coisa muito ruim e que você nunca vai fazer. Promete?
— Pometo papai. — risos.
— Eloá Andrade
Rodrigo quando juntava com a Jessica e a Brenna me apurrinhava o tempo inteiro e foi assim que fomos parar em uma social na casa do Sorocaba. Sim, o da dupla, Fernando e Sorocaba.
Eu fui imaginando que teriam famosos, mas sério, não sabia que Luan estaria lá e que ficaria dando em cima de mim o tempo todo. Não vou mentir, eu gostei dos nossos beijos, também segui os conselhos das minhas amigas e aproveitar. Só não sabia que aquele canalha tinha namorada e mais, ia me agarra no banheiro com ela ali na mesma social que ele. Aquela desequilibrada gritou comigo, co mi go! Desci achando é graça, a cara do Luan foi impagável.
— E aí, beijou? –Jess perguntou apoiando os cotovelos na mesa e a cabeça em suas mãos. — Diz que sim, porque vocês demoraram muito.
— Verdade, tenho que concordar que é um desperdício você não ficar com ele.
— Aí meninas, beijei e beijei muito. — comecei a contar para elas e levantei para ir buscar uma água quando esbarrei com uma outra pessoa e nem tive tempo de falar nada, eu só gritei ao sentir o líquido gelado escorrer pelo meu corpo ou melhor dizendo, meu decote. — Olha o que você fez, sua louca!
— Nossa, foi sem querer. Me desculpa. — olhei e o copo estava vazio, e ela sorrindo.
— Desculpa uma ova, sua...
— Não posso fazer nada se você não olha por onde anda, mas desculpa viu.
— Você tem problemas né? Olha minha roupa! — falei alto, minha roupa molhou a frente todinha com uma bebida roxa que com certeza deixaria manchas. Olhei e a tal da Ana tinha o sorriso mais cínico e dissimulado, que raiva.
— Quer ajuda pra tirar, Lô? — Jess perguntou.
— A gente pode tentar dar um jeito, sei lá. — Brenna comentou.
— Não meninas, eu entro e rapidinho me ajeito. — falei dando as costas, entrei na casa e fui para o banheiro, mas a porta estava fechada, esperei até a porta abrir.
— O que aconteceu? — a irmã do Luan perguntou vendo meu estado.
— Sua amiga que é uma maluca, olha o que ela fez, como eu vou ficar desse jeito, toda molhada?
— A Ana fez isso? — assenti. — Deixa eu te ajudar, entra aqui. — entrei com ela e precisei ficar de sutiã na frente dela, não tive vergonha. — Acho que não tem mais jeito não, vai ficar manchado mesmo se lavar. Já venho. — e saiu. Dei uma olhada no espelho maior que tinha ao lado e meu shorts saia estava intacto, talvez por ser um pouco mais escuro. Meu sutiã estava úmido, mas era pouca coisa e a blusa eu tive vontade de esfregar na cara daquela infeliz. Vaca!
— Eloá? — escutei batidas na porta e abri. — Experimenta essa aqui, estava na minha mala.
— Será que serve? — a blusa era um body, body que eu não conseguiria usar com um sutiã. Tive que tirar tudo, ficando só de calcinha, vesti o body, meu shorts e estava pronta de novo.
— Uau, que mulherão. Não é a toa que meu irmão fica babando. — falou tão espontânea que eu nem rebati, dei um sorrisinho sem graça.
— Obrigada, viu. Depois eu te devolvo.
— Sem pressa, relaxa. Me desculpa por isso tá?
— Você não tem culpa de ter uma cunhada louca. — dei de ombros, Bruna começou a rir e eu sem entender. — O que?
— Ela não é minha cunhada, não. Ela é minha amiga, fica com o meu irmão as vezes. Bateu o ciúmes.
— Louca. Com todo respeito. — risos.
— Vamos voltar lá pra fora?
— Sim, deu até sede.
Retornamos e nossa mesa estava cheia outra vez, minhas amigas ficaram de boca aberta quando viram meu novo look e eu e a Bruna demos risada, sentindo os olhos da fulana me queimarem. Rodrigo viu de longe e ficou franzindo a testa, não demorou muito e veio até nós, sentou à mesa e engatou num papo com a mulher dos meninos que eu não lembrava o nome direito.
— Mãe, tô com fome.
— Mãe? — o garotinho deveria ter uns seis ou sete anos, ela riu do meu espanto. — Sério que você é mãe dele?
— E da Julia.
— Nossa, mas você é tão nova, não pensei que tivesse filhos.
— Os tive cedo, eu acho. — risos. — Felipe é meu homenzinho, tem cinco anos. E a Ju é a caçulinha, com dois aninhos.
— Ele é grandão, né?
— Tinha que ver quando nasceu. — descobri depois de bons minutos de conversa que ela era casada com o Eduardo Borges, do Studio VIP. E que ela falava pra caramba também e que logo estávamos todas na roda, falando do lado maternal da vida, relacionamentos e muito mais coisas.
As horas passaram mais um pouco e os rapazes improvisaram um espaço para tocar um violão e cantar umas músicas, nos juntamos à eles e pude sentir o clima gostoso e descontraído. Ali não eram artistas famosos, sendo tietados e tudo mais. Eram apenas pessoas comuns que tinham um amor imenso pela música, aproveitei demais, sério mesmo. E não pude deixar de filmar quando Rodrigo e Luan estavam cantando juntos, o Rô olhava pra mim, sorrindo e piscando. Meu amorzão!
— Então você que é a Eloá? — virei para o casal que estava ao meu lado. — Prazer, Eloísa.
— E Douglas. — ele beijou meu rosto. — Você é bonitona mesmo hein.
— Amor, para com isso. Ela tá vermelha já! — Eloísa riu.
— Com todo respeito, minha namorada é mais. — risos.
— Você é namorada do Marim?
— Por que todo mundo acha isso?
— Sei lá, por quê só vemos ele com você e você com ele nas fotos? Nos vídeos? Viagens...
— Somos muito amigos, melhores amigos. — sorri para ele que me olhava curioso, querendo saber do que eu falava. — Crescemos "juntos". É só amizade mesmo.
— Queria eu, um amigo desses. — Jess disse alto nos arrancando risadas.– Bonito, rico, simpático, todo homão. Nossa senhora! — e outra vez mudamos o foco na conversa e olha que foi bem melhor assim, pelo menos não tinham mais a louca da Ana Carolina por perto, nem mesmo Luan voltou a se aproximar muito, e conheci mais de seus amigos, Douglas, Eloísa e o tal do Marquinhos que era o mais palhaço e deixou minha amiga, jéssica, suspirando cada vez que ele falava.
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Voltamoooooos! Hahaha 💚
Beijos, birras e social! Tudo que é bom, em apenas um capítulo. Hahaha
O que estão achando dessa turma?
E sobre essa atitude da Ana? Sei não, em!?
Obrigada pelos comentários no capítulos anterior, continuem assim.
Comentem bastante e um beijo do trio aqui! 💚😘
Eloá foi muito mole. Iria era da na cara dela. Bicha otaria. Affs! Mas eu iria dar o troco hahahaha
ResponderExcluirMas esse cap foi muito divertido. Quero maisss! Bjos!
Eloa foi boba, devia ter rodado a mão na cara
ResponderExcluirEloá deveria ter rodado a mão na cara dela😞😞. E Luan é oportunista demais
ResponderExcluirEloá deveria ter rodado a mão na cara dela😞😞. E Luan é oportunista demais
ResponderExcluirSe eu fosse a Eloá teria dado na cara dela continua
ResponderExcluirQue capítulo foi esse
ResponderExcluirA Eloá deveria ter dado vários tapas na Ana pra ela largar de ser trouxa
Ansiosa pelo próximo capítulo
Continua logoo
Continua aaaaaaa quero mais - Grazi
ResponderExcluirCheguei a tempo e adorei todos os caps. Já quero saber se o Luan vai ganhar essa aposta e se a Eloá vai descobrir antes ou depois. Continua meninas tá maravilhosa❤❤😍
ResponderExcluirOii estou acompanhando a fic e estou amando! ♥♥♥
ResponderExcluir#EloáDáNaCaraDela. Marquinhos roubando um certo coração ai hein
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