PS:

Postagens todas as segundas, quartas e sextas, sem horário definido! ❥

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Capítulo 20

— Luan Rafael

Acordei com uma puta dor de cabeça, também não podia esperar algo diferente, levando em consideração a noite quase insana de ontem. Me levantei ainda sonolento e cambaleei para o banheiro, tomei um banho demorado e lavei meu cabelo que estava precisando, me enxuguei e saí com a toalha em volta do quadril. Vesti uma cueca box branca e coloquei uma calça jeans preta, uma camisa pólo azul e calcei meu tênis, penteei meu cabelo e fui atrás do secador no banheiro, sequei ele e quando acabei coloquei um boné.

— Já vai! — gritei quando saí do banheiro e ouvi alguém tentando derrubar a porta.
— Achei que tinha morrido! — Roberval falou entrando depois que abri a porta. — Já tá pronto?! — perguntou arregalado quando se virou de frente para mim.
— Coloquei o celular para despertar, quero ir logo para casa, tô com saudades. — dei de ombros, ajeitando o boné na minha cabeça.
— Entendi. Suas malas já estão prontas? — perguntou.
Eu ri, apontando para a poltrona próxima a porta que levava a sacada.
— Não. — dei de ombros.
— Filho da mãe. Por que você tem que ser tão bagunceiro, em?! — ele bufou, indo até lá.

Enquanto o Testa juntava minhas coisas e ajeitava a mala, me perfumei e liguei para a minha mãe, contando dos meus planos de ir para a chácara. Perguntei se meu pai já estava lá e a resposta foi positiva.

— Vamos? — Testa falou quando enfiei o celular no bolso da calça.
— Bora! — assenti, pegando minha mochila.
— Vou fazer um churrasco lá em casa hoje, bora? — chamei.
— Tô colado. — ele riu.
— Já sabia, esfomeado. — revirei os olhos e ele mostrou-me o dedo do meio.

Saímos do quarto conversando sobre o churrasco de logo mais a noite. Encontramos com Well de frente ao elevador e quando as portas se abriram, Marlinha e Day já estavam lá dentro, entramos também e eu beijei a bochecha de cada uma, perguntando se haviam dormido bem. Quando chegamos na garagem, já fui logo entrando na van.

— Cadê a Lelê? — perguntei quando não a vi em nenhum lugar.
— Estou aqui, meu bem. — ela disse, entrando.
— Tava aonde, muié?
— Fechando a conta lá na recepção. — deu de ombros.
— Senta aqui do meu lado, tô com saudades. — pisquei para ela, que revirou os olhos.
— Ainda tô brava com você! Irresponsável. — ela reclamou, sentando-se ao meu lado.
— Xinga mais que eu me apaixono, gata. — beijei sua bochecha.
— Ridículo! — ela falou rindo.
— Não precisa ficar com ciúmes, sabe que eu só amo você, és a muié da minha vida. — falei cafajeste, fazendo-a gargalhar.
— Vê se toma juízo moleque, mal saiu das fraldas e acha que pode fazer o que quiser por aí. Se tivessem te flagrado, eu ia fazer você comer cada uma das revistas, irresponsável. — ela bufou.

Fomos conversando o caminho todo, até deixei ela me dar algumas broncas, mas quando achei que já estava bom fui contornando a situação, mudando o assunto e tirando-a de tempo. Assim que chegamos no aero, me despedi das meninas e dos parças e fui direto para onde o bicuço estava, Testa e Well vieram comigo, Arleyde também. Foi tudo muito rápido e a demora foi o avião estabilizar no ar para que eu adormecesse, ainda estava cansado da noite de ontem. Quando desembarcamos em Londrina, meu pai já nos esperava, partimos direto para casa.

[...]

O churrasco rendeu muito mais do que o esperado, apesar de não termos chamado muita gente, Bebemos, cantamos e comemos até alta madrugada, logo que os meninos foram embora, eu subi para dormir.

No dia seguinte de manhã viajamos todos, eu, Bruna, o pai e a mamusca para Campo grande. Eu queria pescar e esses quatro dias de folga seriam perfeitos para isso. Assim que cheguei na casa do meu tio foi aquela festa, a família tava toda reunida lá e nós nos juntamos a farra. Em nenhum momento Eloá me ligou ou mandou mensagem, sequer deu um sinal de vida, nem mesmo para perguntar se eu estava bem e não gostei muito de saber que ela não se importava. Liguei para ela nos dois dias que fiquei aqui e ela não atendeu, nem retornou, na verdade só dava direto na caixa postal, mas seu instagram tava lá, completamente atualizado com fotos dela com o Bruno, as amigas, o chefe.

Resolvi esquecer e aproveitar minha folga, curti bastante com a minha família e evitei Ana ao máximo, já que a mesma estava aqui e ficava toda cheia de doce para cima de mim e depois queria cobrar coisas que não tinham cabimento. Curti com minhas primas, andei de jet ski, de lancha, pesquei e fiz muitas outras coisas que adoro e por conta da correria acabo não conseguindo fazer. Ficar com a minha família, as pessoas que amo, sempre é revigorante, é como recarregasse todas as minhas energias.

[...]

Tudo o que minha cabeça precisava as vezes era de descanso, de uma trégua na correria, uma pausa na agitação que envolvia minha profissão. Os dias que tive de folga foram muito bem aproveitamos, fomos para o Pantanal e lá eu pude ficar mais tempo em família... pescando, fazendo churrasco e fazendo farra, modas e mais modas de viola.
Mas passados os quatro dias retornamos de viagem, teria um dia e meio em casa mesmo. No meu quarto, minha cama, minhas coisas. Chegamos em Londrina pouco mais que meio-dia, mamusca nem se deu um descanso e foi desfazendo as malas, meu pai deitou na rede com o Puff, Bruna subiu para o quarto e eu decidi ir para o melhor cômodo da casa: a cozinha. Tinha creme de abacate na geladeira, bem geladinho e me esperando.

— Mas você já está aí Luan?
— Ô mamusca, viajar dá fome. — ri.
— Isso ai tá na geladeira desde que fomos pro Mato Grosso, filho. Sei nem se está bom.
— Claro que tá uai, quer provar?
— Não, quero um cafezinho preto. — disse indo até o balcão e ligando a cafeteira.
— Da cafeteira? — ri e ela me olhou fazendo careta. Mamusca tinha a cafeteira, mas sempre dizia que não era a mesma coisa de ferver a água e passar no coador. — Vai fazer o que pra nós de almoço?
— E você quer comer mais, é? Não acha que comeu demais na casa do seu tio não?
— Ainda cabe mais viu, xumba.
— Minha nossa senhora, Luan. Você tá comendo doce.
— Um macarrãozinho com molho branco, oh... delícia. — falei piscando e ela riu.
— Vai ficar aqui em casa é?
— Douglas me chamou pra ir lá, tô pensando aqui.
— Vai sim meu querido, você tá de folga e faz tempo que não se reúne com os meninos.
— Cê acha?
— É verdade meu bem, só não voltar muito tarde. Não gosto quando você demora pra chegar, ainda mais estando sozinho.
— Relaxa dona Marizete, seu filho é um bom piloto.
— Não me faça te ligar. — falou com a mão na cintura, me apontando o dedo.
— Sim senhora. — levantei lhe dando um beijo gostoso na bochecha, voltei a me sentar e comer meu creme de abacate.
— Ô boi, vai vim não cara? — ri com o áudio e comecei a digitar uma resposta. — Tá, já coloquei a loira no freezer. Vem logo.
— Luan Rafael, você tá dirigindo, ouviu?
— Mamusca, fica tranquila. Fica despreocupada meu amor, relaxa.
— Vai nem tomar um banho?
— Tô limpinho, tomei antes de vir pra cá.
— Então vá com Deus e avisa quando chegar, viu?
— Pode deixar meu amor, eu até te ligo.
— Bom de levar uns tapas. Juízo. Vou dar uma olhada na roupa e já volto.
— Tá bom. Eu já vou indo, beijo.
— Beijo, toma cuidado. — me despedi dando um beijo na testa dela e fui para a garagem, peguei o carro do meu pai que era bem menos chamativo que o Jabuticaba. Tirei o possante do sr. Amarildo e pé na estrada.

Douglas não morava longe não, mas era contramão pra caramba. Demorei pouco mais que 20 minutos para chegar lá e encontrar aqueles dois marmanjos largados na sala, no videogame.

— Chegou o viajante. — me anunciaram, os cumprimentei com abraços e toques de mão, tirei o celular do bolso e sentei no sofá. — Pensei que ia pra São Paulo ver a namoradinha. — Douglas disse zombando.
— E eu namoro desde quando, cara?
— Não sai mais de São Paulo, caralho. Certeza que tem mulher no meio. — Marquinhos em  falou seguida.
— Mulheres, uma mais linda que a outra. — falei me gabando mesmo, eles riram. — Cadê a mulher mais linda dessa casa? — perguntei para o Doug.
— Passeando, terminou o almoço e vazou.
— Almoço é? — sorri.
— Lasanha ao molho branco. — piscou.
— Tá show, boi. — Marquinhos disse elogiando a comida da mãe do Douglas.
— Vou comer.

O bom de ser de casa é que você não tem vergonha de abrir armários, geladeiras e as panelas em cima do fogão. Peguei um prato no escorredor de louças mesmo, os talheres e me servi. Deixei esquentando no microondas, peguei o suco na geladeira e deixei em cima da mesa, enchi o copo e depois de desligar o microondas voltei para a sala.

— Mas come hein, puta que pariu. — Douglas riu.
— Tô em fase de crescimento, comendo bastante. — falei cheio de duplo sentido, olhei no celular e nenhuma mensagem dela, da Eloá, em quatro dias.
— Cala a boca vai, Luan. — Marquinhos bufou um riso.
— Tão jogando o que aí? — perguntei mudando de assunto.
— Fifa. — Douglas respondeu ainda concentrado no jogo.
— O Testa não vem não, é? — indaguei.
— Não sei, eu chamei. — Marquinhos deu de ombros, despreocupado.
— Ele tá igual o Luan, atrás de rabo de saia.
— De novo esse assunto, é? — encarei Douglas e em seguida revirei os olhos.
— Ah cara, fala a verdade vai, boi. Tá apaixonado pela produtorazinha! — ele insistiu.
— Que apaixonado o que, para vai, deu de assunto. — falei incomodado.
— Aí tem cara, escuta o que eu tô falando, boi. — Douglas disse batendo no meu ombro. — Ela é gata, mas não é a única mulher no mundo, não vai amarrar teu bonde agora.
— Não sei porque estão dizendo isso. Não tenho nada com ela, não, a gente fica quando eu estou afim, quando eu quero. — enfatizei, querendo mostrar para eles que não era do jeito que estavam pensando. — Não tô nem ai, não, em São Paulo tem ela e muitas outras.
— Há. Meu ovo que é assim... ela não tem jeito de quem come na mão de homem, não, Luan. — Marquinhos ironizou.
— Tô te falando cara, ele que me liga caralho, que manda mensagem. — dei de ombros.
— Sem compromisso? — Marquinhos me encarou.
— Com certeza Marcola, tô bem do jeito que eu tô.
— Atirando pra todos os lados. — ele riu.
— Sou o alvo. — risos.
— Mas fala aí, pegou ela de jeito, ela é tão gostosa quanto parece? — perguntou.
— É mais. A filha da puta tem uma bunda que puta que pariu, grande, bem grande, boa pra dar uns tapas muito bem dados. — fechei os olhos, lembrando do corpo escultural dela.
— Não deu ainda? — os dois riam. — Tá esperando o quê, meu caro?
— Coragem. — Marquinhos disse rindo ainda mais. — Porque ele é um frouxo, cara mole... nem parece que é meu amigo.
— Ia parecer amigo de vocês se não pegasse ninguém. — retruquei.
— Espera aí cara, eu namoro. — Douglas riu e mostrou a aliança.– Muito bem comprometido, inclusive. — acrescentou orgulhoso.
— Muito bem mesmo, Elô é oh...— fechei apenas um olho e fiz um sinal com com a mão.
— Filho da puta, começou né? — ele ria.
— Se ela der mole, eu pego hein. — falei rindo.
— Tá me estranhando, boi? Ela gosta de homem, com pegada igual o papai aqui oh. — batia no peito. — Homem que chega e faz, não fica só falando, não. — ele piscou, se achando.
— Fica só de nhem nhem nhem e nada. Acho que ele levou outro fora pra conta. — Marcos disse rindo.
— Sou um cara livre, pego quem eu quiser, na hora que eu quiser. — bufei.
— Eu vou acreditar mesmo quando você mandar uma foto com ela, só assim. — ele deu de ombros.
— Mando uma dela sozinha se você preferir. — sorri.
— Melhor não, não tô afim de afogar o ganso e minha namorada não vem pra cá essa semana. — Douglas fez uma careta.
— Depois o trouxa sou eu. — continuei comendo, eles dois jogando e a conversa rolando. — — Vou pra São Paulo semana que vem ainda… — comentei.
— Já vai aproveitar e ligar para a cadelinha vir correndo. — eles riram e eu forcei um sorriso.
— Num estalar de dedos. — fiz o gesto. — Ela tem aquela cara de marrenta, mas é tão...
— Piranha, porque ela tem cara daquelas bem safadas sabe... que deixam qualquer homem louco. — Marquinhos semicerrou os olhos enquanto falava.
— Ô se deixa. — fechei os olhos, imaginando aquela boca.
— Faz essa cara de punheteiro que ninguém merece, ô. — Doug riu, desferindo um tapa na aba do meu boné.
— Fica quietinho, fica, vai atender sua namorada que tá me ligando. — pisquei para ele, tentando desviar do assunto Eloá.
— Ela não é louca, não mesmo. — ele falou sério.
— Sou seu irmão, pô. Irmãos dividem coisas. — pisquei outra vez.
— Primeiro, minha namorada não é coisa. Segundo, não divido mulheres, só se rolar uma festinha... e terceiro... esqueci, porra. — ele fez uma careta, nos fazendo rir.
— Douglas, o egoísta. — Marquinhos comentou, rindo.
— Tem que ser né, Elô é objeto de luxo. — ele fez um coração e tomou um gol. — Porra. — reclamou.
— Se liga no jogo, parece até o Luan, cara. — Marcos reclamou.
— Lerdo? — riam.
— Com amigos assim não preciso nem de inimigos. — comentei e mais uma vez olhei o celular e nenhuma mensagem dela, nada de ligações... logo pensei que deveria estar com aquele malacabado do ex. Toquei para iniciar a chamada, mas no terceiro toque desliguei e deixei o telefone de lado. Tinha terminado de comer, levantei e entrei na cozinha aproveitando para lavar o prato, os talheres e o copo que eu havia usado.
— Ê boi, seu celular está tocando. Posso atender? — Douglas gritou da sala.
— Lógico que não, nem sei quem é que está ligando. — peguei o aparelho e era a Eloá. — Quando eu falo vocês não acreditam. — sorri, olhando a tela do IPhone.
— Cadê, cadê? — eles falaram juntos.
— Mostra aí. — Doug pediu e eu mostrei a foto dela que aparecia enquanto chamava. — Mulherão da porra, caralho Luan, pega logo. — ele fez cara de dó e eu ri.
— Sem pressa. — sorri de canto, dando uma piscadela.
— Como ela sabe que você tá em casa já? — Marcos perguntou.
— Deve estar acompanhando minha agenda, não sei cara. Mas também nem vou atender, odeio mulherzinha chata no meu pé.— falei, mas tava morrendo de vontade de atender.
— Aham, sei. — deixei tocar até cair na caixa postal e coloquei no modo avião mesmo tentado a retornar a chamada.

Esperei o Douglas perder para assumir o controle e dar uma aula de como se joga. O perdedor da rodada entrou na cozinha e trouxe uma lata de cerveja pra cada, petiscos e mais prosa. Falamos de futebol, mulheres, shows, mulheres, minha folga e minhas primas. Eles babavam na Camila e cá entre nós, ela está muito mais bonita, crescendo mais a cada dia. Matando o primo de orgulho.

— Ela não anda, ela desfila.
— Tá pedreiro hoje hein, dona Eloísa sabe disso? — Encarei Douglas, que fez uma careta.
— Falo umas coisas pra ela e ela se apaixona, minha morena. — ele falou besta.
— Nossa. — falei para irritar, tirando o sorriso de seu rosto.
— Você vai namorar, seu pilantra, ai sua namorada vai ser nossa. Ela vai se foder. — ele reclamou.
— Claro que vai, disso não tenha dúvidas. — risos.
— Babaca. Joga aí vai, joga igual macho e para de pensar na namoradinha paulista. — zombou, me irritando.
— Vai se foder, Douglas, que namorada o quê. — bufei.
— Tá bravinho, então? Descarado. — ele riu.
— Aprendi com você, o mais velho. — forcei um sorriso.
— O mais foda, fala aí. — ele bateu no peito.
— Ô, é sim. –risos.
— Viado do carai. Gol! — Marquinhos gritou.
— Impedido. — pisquei e ri.

Passei o restante do dia ali, a mãe do Douglas chegou e a namorada chegou uns quinze minutos depois. Jantamos, e eu me despedi, voltando para casa em segurança.
Cheguei em casa em dez minutos, minha irmã estava na sala de braços cruzados e me olhando de cara feia.

— Pi, onde você tava? — Bruna falou brava.
— No Douglas. — franzi as sobrancelhas.
— Não disse que não vinha tarde? A mãe fez a janta e estamos te esperando pra comer, sabia? — ela bufou.
— Lascou. Eu já jantei... — fiz careta.
— Não quero saber, vai falar isso pra mãe. — ela disse brava e saiu indo em direção a cozinha.
— E aí amigão, como cê tá? – falei com o Puff, ele baixou a cabeça e cobriu os olhos com as patinhas. — Tá com fome também é, cara?
— Vai comer não, é? Estávamos esperando você chegar, não consegui te ligar. — olhei e minha mãe estava parada perto do sofá, me olhando, sorrindo toda linda.
— Tô cheio de fome, o que a senhora fez? — menti, sem querer decepcioná-la.
— O que você pediu. Macarrão com brócolis, bacon e molho branco. — por fora eu estava sorrindo, por dentro eu só conseguia pensar "Mais massa, mais gordura, mais massa. Eu vou explodir." Abracei sua cintura e fomos para a sala de jantar, meu pai e a Bruna já estavam se servindo, nos juntamos a eles e nos servimos todos.
— Nossa Pi, só vai comer isso é? — Bruna perguntou olhando pra mim com cara de deboche, fazendo meus pais olharem meu prato. — Tô comendo mais que você.
— Não posso exagerar, tenho uma dieta a seguir. — falei a primeira coisa que me veio à cabeça.
— Mas meu filho, tem que comer, querido. Não pode ficar com fome não. Pode comer mais, fiz com tanto carinho. Vem, deixa a mamusca colocar mais! — ela sorriu animada.

Eu amo minha irmã, mas ela quando queria era muito filha da puta. Minha nossa senhora, como que pode?!
Mamusca encheu mais meu prato e eu não estava aguentando mais comer, quando terminamos eu estava me sentindo com a barriga estufada, enjoado e se eu engolisse um dedo de ar eu iria morrer.

— Eu vou subir, tô cansado. Boa noite. — beijei o rosto do meu pai, abracei minha mãe dando-lhe um beijo na testa e baguncei os cabelos da minha irmã antes de correr para a escada e entrar no meu quarto.


________________________
Oláaaaaa! Bem-vindo melhor mês! 💚 hahahaha
Como vocês estão? 😊
Obrigada pelos comentários no capítulo anterior e não esqueçam de comentar nesse quando acabarem de ler.
O que acharam desse cap? Luan sendo babaca igualmente aos amigos dele. :(

Eloá não merece, né?! 💔

14 comentários:

  1. Luan sendo cara de pau nível máximo, que ridículo! Vive correndo atrás e jogando tudo pra cima dela, ah se a Eloá descobre essas mentiras dele! kkkkkk

    ResponderExcluir
  2. Nossa, como Luan e esses amigos são babacas. Já quero Eloá dando gelo nele, se bem que ela nem sabe né?! Tadinha. :(

    ResponderExcluir
  3. Luan, Marcos, Douglas é muito puto, não aguento isso não. Fala q Eloá q corre atrás, mas ele q tava ligando. Pois agora ela não deve nem atender ele. Aposto q no próximo capítulo, ele vai ligar pra ela!

    - Jéssica

    ResponderExcluir
  4. Babaca! Já quero Eloá dando uns beijos no Bruno, ele sim parece merecer ela.

    ResponderExcluir
  5. Muito BABACA !! kkkkk se sentindo, coitado. Eloá nem liga pra ele e ele se fazendo kk mais é muito cara de pau mesmo né non ?! Guento não, e esses assuntos ? Homem né kkk

    ResponderExcluir
  6. Será que ela está pegando o bruno ? Hummmmm

    ResponderExcluir
  7. Eloá pega o Bruno por favor, porque o Luan e os amigos ganharam o título de babacas

    ResponderExcluir
  8. Luan pagando de fodão mas doido pq ela não atende.

    ResponderExcluir
  9. kkkkkkkkkkk só rindo do Luan mesmo. O cara vive correndo atrás e ainda quer pagar de gostosão, fazendo os amigos acreditarem que é ela que corre atrás. aiai

    ResponderExcluir
  10. Podia ter mais capítulos com os dois juntos. Demora mt pra postat e qnd tem capítulo quase nunca tão juntos :(

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. As meninas tem uma vida e não dá pra postar sempre, então se contenta com o que tem

      Excluir
    2. Vc leu meu comentário? Se leu estuda mais interpretação. Eu disse pra fazerem capítulos com os personagens mais juntos que os poucos que tem eles estão separados. Sei muito bem que elas tem uma vida, meu amor, mesmo hoje em dia o povo não tendo mais tanto compromisso com fanfic eu n reclamo!

      Excluir
  11. Caralho eu to amando a fanfic. Já disse né? Eloá não pode liberar agora, tem que deixar o Luan mais caidinho hahahahaha

    ResponderExcluir
  12. Luan junto com esses amigos dele, pelo amor de Deus! Babaca demais. Fica pagando de fodao pra eles, mas não é nada disso que é. Sendo que ele ligou e depois ela ligou o não atendeu o baitola.😒

    ResponderExcluir